Módulo 2

Acessibilidade Web e Tecnologias de Apoio

Semanas 4 e 5 – de 21 abril a 4 maio 2014

O segundo módulo tem como finalidade abordar questões um pouco mais técnicas sobre a acessibilidade Web e as tecnologias de apoio à aprendizagem. Texto introdutório - ler


Recursos módulo 2

  1. Apresentação (Prezi)
  2. Unidade Acesso
  3. Webinar DGE - Acessibilidade Web (Wordpress)
  4. Webinar DGE - Centros de Recursos TIC para a Educação Especial
  5. Guia Centros de Recursos TIC para a Educação Especial
  6. Freeware NEE (repositório)

Recursos adicionais em agregadores

  1. Pinterest (Acessibilidade Web)
  2. Pinterest (Hardware/Software NEE)

 

Atividades comuns

  1. Ler e explorar os recursos.
  2. Publicar, pelo menos, um comentário individual sobre a temática deste módulo no espaço de comentários desta página.
Questão para estimular a discussão: Da sua experiência pessoal ou profissional pode relatar que tipo de tecnologias viu usar por aluno com necessidades especiais ou pessoa com deficiência que contribuíssem de forma decisiva para a respetiva participação e atividade?
)
(Agradecimento ao Prof. Jaime Ribeiro do Instituto Politécnico de Leiria)


(Agradecimento ao Prof. Rui Teles do Instituto Politécnico do Porto) 



Atividade individual ou de grupo (obrigatória para efeitos de certificação)

Escolha uma das seguintes alternativas de atividades que poderá realizar individualmente ou em grupo:
  1. Produza um resumo das diretrizes WCAG 2.0 e concretize num cartaz. Poderá utilizar qualquer ferramenta livre de visualização (Glogster, Lino, Piktochart, etc. …veja no guião do curso em ferramentas e demos). Disponibilize o endereço eletrónico (URL) na área de registo da atividade 2. Independentemente da alternativa que escolheu (individual ou em grupo) registe a atividade no e-portefólio individual.
  2. Selecione um software livre (site Freeware NEE), explore um demo/tutorial e explique como poderia ser utilizado em benefício de qualquer um dos seus alunos com NEE ou pessoa que conheça com alguma incapacidade (utilizar qualquer ferramenta de captura de imagem/vídeo: JingCamstudioKnovio, etc… veja no guião do curso em ferramentas e demos). Disponibilize o URL na área de registo da atividade 2. Independentemente da alternativa que escolheu (individual ou em grupo) registe a atividade no e-portefólio individual.
  3. Utilize um simulador de validação de acessibilidades Web (por ex: AccessMonitor, TAW) e analise alguns websites verificando se cumprem as regras de acessibilidade WCAG. Identifique eventuais problemas.  Disponibilize o URL na área de registo da atividade 2. Independentemente da alternativa que escolheu (individual ou em grupo) registe a atividade no e-portefólio individual.

 

Dúvidas


Verifique em primeiro lugar, se a sua dúvida não está respondida nas FAQ que se encontram em «Ajuda».
Cada módulo incluirá uma área de comentários, no final da página, onde deverão ser colocadas mensagens e contributos para a discussão do tema do módulo.
Dúvidas específicas sobre as atividades serão respondidas na área de registo da atividade 2, em «Está a acontecer».

Contactos dos facilitadores

Ida Brandão
Paulo Gomes Nunes
Sílvia Santinho Canha 

211 comentários:

«O mais antigo   ‹Mais antiga   201 – 211 de 211
Raquel disse...

Apesar de existirem muitas opções tecnológicas na área da comunicação alternativa e/ou aumentativa, ainda não vi, em 5 anos de experiência profissional, um uso com sucesso destas tecnologias para colmatar as dificuldades, quer das crianças com NEE, quer de pessoas com deficiência, em geral. Pelo menos quando se fala de "alta tecnologia"...
As soluções são, na sua maioria, dispendiosas ou, quando "gratuitas", acabam por demorar tanto tempo a chegar ao destinatário, que se revelam muitas vezes não totalmente adequadas.
No que se refere à "baixa tecnologia", são usados frequentemente softwares com símbolos e tabelas de comunicação.
Com a proliferação dos tablets já é também mais frequente o uso de aplicações para comunicar. No entanto, a solução ideal é sempre muito dfícil de encontrar, porque a maioria das crianças tem diversas patologias/limitações associadas, nomeadamente limitações físicas dos membros superiores, que exigem tecnologias para aceder ao tablet, também nem sempre fáceis de conseguir e adaptar...
Além de todas estas dificuldades, surge ainda a dificuldade acrescida da implementação/generalização do seu uso nos diversos contextos da criança, uma vez que há uma tendência para marginalizar estas crianças e não lhe reconhecer, logo à partida, competências comunicativas...
Considero que o uso mais frequente é sobretudo o recurso ao PC ou tablets para diversificar as atividades e conseguir, de uma forma mais simples e rápida, conciliar vários estímulos (música, imagem...), que permitem cativar a criança e conseguir uma estimulação mais eficaz. O uso do PC e dos tablets permite também que a criança se sinta parte do grupo, porque são recursos que as crianças sem NEE também utilizam com agrado.

Patrícia disse...

Questão para estimular a discussão: Da sua experiência pessoal ou profissional pode relatar que tipo de tecnologias viu usar por aluno com necessidades especiais ou pessoa com deficiência que contribuíssem de forma decisiva para a respetiva participação e atividade?

Apesar de ter lidado ao longo do meu percurso académico com colegas com necessidades educativas especiais nunca vi utilizarem qualquer tipo de tecnologias adequadas para esses colegas. Tudo o que sei que existe, ao nível de tecnologia e aprendizagens deve-se à procura e visualização em livros, vídeos e na Internet.

Penso que se os colegas tivessem tido oportunidade de terem o material adequado, a sua participação a nível escolar e até mesmo pessoal, iria trazer vantagens e aumentar a sua independência.

Actualmente é mais fácil, pois o mundo parece estar com os olhos mais abertos para o fenómeno das novas tecnologias e para que estas sejam acessíveis para todos, mas há uns anos atrás poucos se importavam e os que mais necessitavam de apoio e ajuda eram "obrigados" a estudar através de livros e vídeos.

Com os melhores cumprimentos,
Patrícia Baeta

Mário Gomes disse...

Não tendo trabalhado nunca no âmbito direto da Educação Especial, apenas vi utilizar com crianças com N.E.E. (neste caso cegas e/ou baixa visão) a máquina de escrever braile e a impressão em braile.
As demais tecnologias, designadamente todas as que têm estado a ser apresentadas nesta formação têm estado a ser uma enorme descoberta para mim.
Obrigado.

ana disse...

Quando pensamos no termo "tecnologias de apoio", geralmente pensamos apenas nos apoios de custo elevado, como os computadores, tablets, etc. Mas não devemos esquecer que também fazem parte desse grupo os apoios de baixo custo, como tabelas de comunicação ou até mesmo um bloco e uma caneta. Em muitos casos, devido às condições económicas das famílias, adotam-se tecnologias de baixo custo, pois, embora sejam menos práticas (ao nível de utilização e transporte), exigem um investimento menor.
Para além disso, deve ainda referir-se que as tecnologias de apoio existentes são extremamente variadas e, até encontrar a que melhor se adequa à pessoa, é necessário avaliar não só as condições económicas da família, mas também a capacidade de utilização/aceitação da tecnologia pelos envolvidos no processo. Assim que a tecnologia ideal é encontrada, e depois de treino, as pessoas passam a ter uma grande autonomia na sua vida, podendo interagir com o meio e com os outros de uma forma bastante eficaz.

ana dinis disse...

O meu trabalho deste módulo encontra-se em:
http://anitadinis.blogspot.pt/search/label/M%C3%B3dulo%202
Coloquei informação sobre um software português, muito útil para trabalhar com deficiências motoras e com alunos do regular também. Espero que gostei.
Enquanto docente, já criei um caderno de comunicação para um aluno com pertubação grave da linguagem, que usou símbolos SPC e imagens reais.
Ao nível das tecnologias de apoio, existem as altas e as baixas tecnologias, As altas são normalmente, as que requerem mais dinheiro, as baixas tecnologias são as que estão ao nosso alcance, isto é, listas telefónicas para colocar debaixo dos pés de uma criança que não chega com os pés ao chão, e desta forma, corrigimos a postura ou enrolar um elástico na ponta de um lápis para que o lápis não escorregue da mão e facilita a pega deste.
Estou agostar do curso, pena não ter tempo para me dedicar mais a ele e fazer mais descobertas para cada módulo.
Continuação de bom trabalho.

Graça Dias disse...


No e-portefólio da colega Isabel Claro Fonseca fiz um comentário ao trabalho realizado pela mesma sobre Assim, encontra-se alojado
http://nomeucampo.blogspot.pt/p/modulo-2.html?showComment=1403206289064

Achei que a observação e a análise feita pela colega está de acordo com o meu ponto de vista:

O tema da terapia da fala, interessa-me porque tenho sempre alunos com necessidades especiais com deficiência na fala, daí ter escolhido o seu trabalho. Observei o vídeo e constato que os recursos utilizados não são os mais eficientes para superar as dificuldades da aluna, por conseguinte, a terapeuta, família e todas as pessoas mais próximas da menina devem procurar e testar novas metodologias e recursos humanos e materiais , sobre tecnologias de apoio que se adequam às dificuldades diagnosticadas e de modo a serem profícuas na autonomia da aprendente.
Graça Dias, 19 de Junho de 2014 às 12:31

Celina Gonçalves disse...

Cada vez mais as tecnologias de informação e comunicação são uma boa ferramenta de trabalho nas nossas escolas. Estam permitem que os nossos alunos trabalhem de uma forma mais motivadora, quer tenham ou não Necessidades Educativas Especiais. Cabe a cada professor escolher o melhor hardware ou software, tendo em conta o seu público alvo e o perfil de funcionalidade dos seus alunos.

Eduardo Silva disse...

Acessibilidade Web e Tecnologias de Apoio - Relativamente às tecnologias de apoio, e não sendo eu um conhecedor destas ferramentas, depois de ver, ler e ouvir o material fornecido fiquei bastante surpreendido com com os recursos existentes. Fiquei também de certa forma fascinado com a adaptabilidade de determinados instrumentos.
No que diz respeito à acessibilidade web também nunca tive contato com elaboração de permissões e construção de páginas web, sendo para mim um mundo estranho.
Ao visualizar os webinar sobre os CRTIC, comprovei que estes são de extrema importância para desenvolvimento de competências quer para docentes, quer para a inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais.
Reforço e agradeço todo o material disponibilizado pela equipa do MOOC.

Cláudia Rosado e Silva disse...

A acessibilidade na Web deve possibilitar que qualquer
usuário, assistido por software ou hardware
compatíveis com suas necessidades, possa compreender
e interagir com determinado conteúdo, tendo garantido o
seu direito de inclusão.

Cláudia Rosado e Silva disse...

http://claudiarosadosilva.wix.com/-e-portefolio#!acessibilidade-web-e-tecnologias-de-apoi/c1n0z

Gracinda Cadilhe disse...

Da minha experiência enquanto docente de educação especial, no trabalho com alunos com NEE acho fundamental a utilização do computador como ferramenta de trabalho e como estimulo às aprendizagens. De facto verifico que os alunos com NEE, sobretudo os alunos com a medida educativa Currículo Especifico Individual (C.E.I.), encontram nesta forma de intervir respostas mais adequadas ao seu perfil de funcionalidade, sobretudo na aprendizagem da matemática e do português. As experiências multissensoriais, pela sua forma interativa de agregar imagem, som, cor, tornam-se aprendizagens transversais extremamente enriquecedoras. Desta forma promovi a criação de um espaço adequado a estes alunos equipado com vários computadores onde podem trabalhar individualmente ou partilhar experiências. Por outro lado, os computadores oferecem aos alunos software específico ajustado às suas dificuldades, bem como o acesso à internet. Saliento o Grid 2 que consta de jogos interativos que facilitam a interiorização de conceitos funcionais e o desenvolvimento da linguagem para os alunos como a iniciação à escrita, apoio à matemática, jogos com objectivos educativos e estimulação cognitiva. Facilita a aprendizagem de uma forma divertida e cativante e é um desafio para os alunos que apresentam maiores dificuldades. O recurso a novas tecnologias e software adaptados, permitirá diminuir as dificuldades sentidas no dia-a-dia escolar.
Saliento ainda a aquisição de uma Lupa TV Da Vinci para um aluno com a doença de Stargardt (baixa visão) que permitiu que o mesmo passasse a acompanhar as matérias na turma , em tempo real e a melhorar significativamente o seu registo gráfico. O aluno lê os manuais de forma ampliada à sua dificuldade visual e acompanha os registos dos professores na sala de aula. Saliente-se que este aluno é um dos melhores alunos do seu ano de escolaridade, vindo a melhorar o seu desempenho desde que foi adquirido o equipamento.

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