Módulo 4

Módulo 4 - Recursos Educativos Abertos Acessíveis

Semanas 8 e 9 – de 19 maio a 1 junho

O quarto módulo tem como finalidade abordar os recursos educativos abertos, a acessibilidade dos documentos e as licenças dos produtos. Texto introdutório - ler



Recursos módulo 4

  1. Apresentação (Prezi)
  2. Declaração Educação Aberta (Cape Town, 2007)
  3. Declaração Recursos Educativos Abertos (UNESCO, 2012)
  4. Recursos Educativos Abertos (e-book brasileiro)
  5. Portal das Escolas (Recursos Educativos Digitais - comunidade)
  6. LRE for schools (repositório europeu de recursos)
  7. Webinar DGE - Criação de Recursos Educativos Digitais Abertos 
  8. Webinar DGE - Daisy 2012 - Audiolivros para alunos com NEE    
  9. Acessibilidade dos documentos
  10. Creative Commons
  11. Licenças (video remix)

Recursos adicionais em agregadores

  1. Pinterest (OER/REA, Creative Commons, GNU)
  2. Livebinders (OER)

 

Atividades comuns

  1. Ler e explorar os recursos.
  2. Publicar, pelo menos, um comentário individual sobre a temática deste módulo no espaço de comentários desta página.
Questão para estimular a discussão: Que utilização tem feito de recursos educativos abertos, software livre, cursos online abertos? Refira em que circunstâncias os utilizou e para que fim. Como encara o seu potencial?

  

Atividade individual ou de grupo (obrigatória para efeitos de certificação)

Escolha uma das seguintes alternativas de atividades que poderá realizar individualmente ou em grupo:
  1. Crie um recurso educativo aberto (ou mais, em múltiplo formato) que se insira na unidade de aprendizagem planeada no módulo anterior, atendendo às acessibilidades do recurso e atribuindo uma licença que possibilite a reutilização por outros. Poderá utilizar qualquer ferramenta livre  (book builderstorybirdpowtoon, windows media maker … veja os demos e explore outras ferramentas no guião do curso). A legendagem de vídeos poderá ser feita com aplicações livres como o Amara, com uma funcionalidade automática de carregamento no Youtube. Disponibilize o URL na área de registo da atividade 4. Independentemente da alternativa que escolheu (individual ou em grupo) registe a atividade no e-portefólio individual.
  2. Selecione um tema que seja do seu agrado (a sua profissão, atividades de lazer, ...) e faça uma apresentação sobre o mesmo utilizando uma ferramenta livre (vide cool tools for schools), tendo em atenção as acessibilidades do recurso e a atribuição de licença aberta. Disponibilize o URL na área de registo da atividade 4. Independentemente da alternativa que escolheu (individual ou em grupo) registe a atividade no e-portefólio individual.
Selecione um dos trabalhos dos seus pares e comente-o no espaço de comentários desta página. Registe  no  e-portefólio individual.

Dúvidas

Verifique em primeiro lugar, se a sua dúvida não está respondida nas FAQ que se encontram em «Ajuda».
Cada módulo incluirá uma área de comentários, no final da página, onde deverão ser colocadas mensagens e contributos para a discussão do tema do módulo.
Dúvidas específicas sobre as atividades serão respondidas na área de registo da atividade 4, em «Está a acontecer».

Contactos dos facilitadores

Ida Brandão
Paulo Gomes Nunes
Sílvia Santinho Canha 

307 comentários:

1 – 200 de 307   Mais recente›   Mais recente»
emrcesramada disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Maria Prazeres Casanova disse...

No meu entender o uso de Recursos Educativos Abertos Acessíveis são de grande utilidade.

Entre os diversos Recursos existentes na WEB parece-me de particular importância o RCAAP.
O Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) (www.rcaap.pt) revela-se muito útil para a pesquisa de informação científica.

Este repositório tem agregados os diversos Repositórios das Universidades Portuguesas e de outras instituições de Ensino Superior.

Por vezes os documentos estão bloqueados, mas solicitando ao autor a sua cedência, normalmente são cedidos e enviados por mail.

O RCAAP tem a particularidade de os autores em nome individual poderem solicitar autorização para partilharem os seus textos (Repositório Comum: http://comum.rcaap.pt/).

Utilizo com alguma frequência o RCAAP quer como investigadora quer como autora.

Cristina Neto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cristina Neto disse...

Tomei contacto com a questão dos Recursos Educativos Abertos e das Licenças Creative Commons no decorrer da frequência do Mestrado em Pedagogia do eLearning da Universidade Aberta. Até então desconhecia por completo o significado destas licenças, com as quais já me tinha cruzado, mas sem saber o que implicavam.
A partir da altura em que me envolvi nesta temática, passei a ter muito mais cuidado e atenção à utilização de recursos encontrados na Internet, porque, como certamente a maioria das pessoas, não estava desperta para a questão dos direitos do autor. Pois, se está na Internet, é porque podemos usar, é ou não é o que toda a gente pensa? Ou melhor, a maioria das pessoas nem sequer pensa nisso.
No decorrer do mestrado participei num MOOC sobre Learning Design, promovido pela Open University do Reino Unido e, mais tarde, num que foi promovido pela Universidade Aberta sobre Alterações Climáticas.
Seja como for, passei a produzir alguns materiais com Licenças Creative Commons, outros não, pela única razão de não lhes reconhecer valor para tal.

Cristina Neto disse...

O potencial dos recursos publicados em formato livre e acessível é, evidentemente, enorme. Enquanto professora quase diariamente recorro às publicações na Internet para obter materiais, software ou apenas ideias para construir materiais. Enquanto académica considero que tudo devia ser livre e acessível, mas enfim, os académicos também precisam de comer... :).
No entanto, recursos produzidos no âmbito de atividades profissionais de financiamento público, não podem deixar de ser livres e acessíveis, pois se foram desenvolvidas e pagas pelos impostos dos contribuintes, devem reverter de forma gratuita, tal como referem Wiley, D., Green, C. e Soares, L. (2012), "Why should we be expected to pay a second time before we’re granted access to the thing we’ve paid for once?”

Referências:
Wiley, D., Green, C. e Soares, L. (2012). Dramatically Bringing Down the Cost of Education with OER. Disponível em: http://www.americanprogress.org/issues/labor/news/2012/02/07/11167/dramatically-bringing-down-the-cost-of-education-with-oer/

janete barbosa disse...

Recursos educativos abertos, uma oportunidade para quem está longe e quer estar sempre atualizado. cursos on line na sua totalidade ainda não fiz, já fiz os sem-presenciais- Educação de jovens e adultos, por exemplo, foi uma experiência muito interessante e gratificante e foi feita com estudantes cabo-verdianos, brasileiros e guineenses, falar com os professores através da tela do PC, com os colegas, ter apoio sempre a tempo. A educação aberta, ajuda as pessoas a serem autónomas na produção de conhecimentos na descoberta do mundo e ganha-se conhecimento do tema em questão e evolui-se a nível das TIC. Embora as que encontra-se na net normalmente são muito burocráticos, mesmo que sejam interessantes, mas a forma de pagamento não é fácil. Mas MOOC é um grande exemplo de como é possível formar várias pessoas ao mesmo tempo em diferentes partes do mundo.

Del disse...

Olá,

Os recursos educacionais abertos contribuem para a possibilidade de educação para todos! Ando impressionada com o poder de penetração dos Moocs, gratuitos, agregam gente do mundo todo, a troca é rica e o conteúdo de qualidade!!

No Brasil temos um repositório administrado pelo Ministério da educação com REAS disponíveis, que vão do ensino fundamental a universidade. É o "Banco Internacional de Objetos Educacionais" . Vale visitar!!

Grande abraço a todos!

Del disse...

O endereço: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/

Nádia Afonso disse...

Ao longo do meu percurso profissional recorri por diversas vezes a Recursos Educativos Abertos Acessíveis sendo que lhes reconheço forte utilidade na nossa construção enquanto profissionais e consequentes progressos qualitativos no desempenho da respetiva profissão. Desde logo destaco o Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP), recurso ao qual recorro frequentemente para atualização cientifica. Numa perspetiva de Intervenção Direta em Terapia da Fala recorro frequentemente à adaptação de material e utilização de software disponibilizado no Portal Aragonês de Comunicação Aumentativa e Alternativa. Relativamente à realização de cursos online abertos, esta é a minha primeira experiência mas, numa altura em que o tempo e o dinheiro são recursos limitados e menos flexíveis, acredito que têm um enorme potencial na colmatação de lacunas profissionais, contribuindo, como tal, para o desenvolvimento quantitativo e qualitativo das crianças acompanhadas (no contexto da educação). Além das vantagens que reconheço a estes cursos numa perspetiva económica e temporal, acredito que são uma mais valia na agregação de informação fundamentada e fidedigna. Numa sociedade de informação em que há tanto de tanta coisa por vezes é difícil selecionar cientificamente e não cair, paradoxalmente, na ‘desinformação’

anabelacampus disse...

Concordo com comentários já tecidos neste post dando particular ênfase ao RCAAP. Este repositório aberto é de extrema importância para quem, como eu, precisa ou precisou de aceder a artigos científicos.
Este e outros recursos abertos disponíveis na internet têm-me ajudado a aprender o que pretendo, à hora que pretendo, ao ritmo que desejo.
Já tenho feito algumas incursões neste mundo, sobretudo no que diz respeito a conteúdos de lazer (trabalhos manuais ou culinária), pois são temas de que gosto e nos quais desejo evoluir, mas a condição profissional, e por vezes, financeira, não deixa nem tempo, nem dinheiro para frequentar cursos presenciais. Há também a vantagem de ser uma oportunidade de aprendizagem para TODOS: sejam de Lisboa ou da paisagem… porque aprendizagem presencial no nosso país é concentrada sempre nas mesmas zonas… quem vive em sítios isolados, como eu, tem poucas dessas possibilidades.
Também como mãe e professora tenho usado alguns recursos como aqueles que as editoras disponibilizam para apoiar o uso dos manuais escolares. Uso nas minhas aulas e recomendo às minhas filhas como complemento ao estudo.
A minha experiência em MOOC é fraca uma vez que esta é a primeira vez que participo mas estou a gostar imenso e pretendo estar atualizada no sentido de poder frequentar outros de temáticas diferentes.

Maria Silva disse...

Na minha aprendizagem tenho utilizado alguns softwares livre como o audacity, o movie maker, o photostory4, a drive do gmail da Google nomeadamente os formulários, o youtube, o blogue, webnode JClic … Foram utilizadas para apresentação de trabalhos, para pesquisa, para aulas, para gravação e publicação de trabalhos dos alunos, para realização de fichas de trabalho, para o registo de momentos de alguma atividade…O potencial dessas ferramentas e de outras que no decorrer deste curso fui conhecendo e experimentando é muito amplo. Pode ser usado como estratégias para as aulas, como um recurso de trabalho e treino de conteúdos, como partilha e trabalho colaborativo entre alunos e professores… Numa época cada vez mais digital estes recurso de acesso livre são preciosos no interior de uma sala de aulas cuja diversidade de alunos é cada vez maior.
Esta é a primeira vez que faço um curso exclusivamente online aberto. É uma experiência enriquecedor pois não imaginava a quantidade de recursos livre online que podia usar apesar de já conhecer alguns. Senti algumas dificuldades na exploração de alguns recursos uma vez que os tutoriais nem sempre estavam atualizados com o programa que descarregava ou vice-versa. Ainda estou um pouco formatada para as aulas presenciais por isso em alguns momentos senti a falta de um orientador presente. Apesar disso obtive ferramentas que vou usar para a minha profissão e lazer, comigo e com os outros.

Ana Paula Rocha disse...

De acordo com a UNESCO os Recursos Educativos Abertos : constituem “learning materials that are freely available for use, remixing and redistribution” e “technology-enabled, open provision of educational resources for consultation, use and adaptation by a community of users for non-commercial purposes”.
Esta ideia, de que algo que alguém publique pode ser utilizado e recombinado por outras pessoas, aumentando o saber de todos, é particularmente interessante no campo pedagógico porque permite que os alunos possam satisfazer necessidades específicas de conhecimento que beneficiam a sua aprendizagem.
Não constituem apenas um desenvolvimento tecnológico fascinante e, potencialmente, uma ferramenta educativa deveras importante. Aceleram a diluição das fronteiras entre aprendizagem formal e informal, e entre atividades educativas e mais amplamente culturais, resultando em meios acessíveis aos docentes para proporcionar novas experiências aos alunos.

No meu contexto profissional, como docente, tenho recorrido a várias plataformas, designadamente, o Blendspace, Lino, Moodle, Glogster, e até ao Youtube, como suporte para trabalho colaborativo entre alunos.
Como formadora de docentes, esses espaços virtuais têm servido também como repositórios, partilhando os conhecimentos adquiridos e causando satisfação pela relativa facilidade com que estão acessíveis.
Como formanda e participante em vários MOOC (o último, e anterior a este, o da Universidade de Coimbra) verifiquei como o número potencial de utilizadores, sendo enorme, permite contribuir para o acervo global de recursos tornando as experiências nestes ambientes uma mais-valia.
Por outro lado, o crescimento exponencial da licença Creative Commons (licença aberta para o espaço na Internet que permite que se possa partilhar e reutilizar materiais licenciados sem medo de se ser processado) sendo a licença mais conhecida para conteúdos, tem representado um avanço na implementação e incentivo à disponibilização grátis de materiais de aprendizagem.

Ana Paula Carlos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Paula Carlos disse...

Olá, boa tarde!
Os Recursos educativos Abertos e Acessíveis são, como recorrentemente aqui tem sido sublinhado, instrumentos poderosos e com grande potencial.
Sublinho também a importância dos repositórios das diferentes universidades ou o RCAAP. O Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) (www.rcaap.pt) que agrega os diversos Repositórios das Universidades Portuguesas e de outras instituições de Ensino Superior e cujo acervo é imenso e extraordinariamente útil.
Graças à dica da colega visitei também o "Banco Internacional de Objetos Educacionais" (http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/) , cuja utilidade me força a reendereçar o convite para a sua visita!
Tenho-me rendido aos Recursos Educativos Abertos Acessíveis pois as suas potencialidades são imensas e cada vez mais os recursos disponíveis são de simples utilização e de maior qualidade. As mais valias pedagógicas e de gestão de recursos e de tempo são já uma realidade incontornável que convida à exploração dos REA e à sua utilização de forma cada vez mais consistente.
Esta formação tem-se revelado extraordinária também nessa área. Tenho tido acesso a sotware e REA cujo potencial me fascina e cuja exploração me tem entusiasmado.
Bom trabalho!
Ana Carlos

Paula Sousa disse...

Olá a todos!

Relativamente à questão levantada, devo dizer que enquanto estudante utilizei vários repositórios abertos de algumas universidades para a realização de trabalhos académicos.

No decorrer da minha experiência profissional, para além destes, participei ainda em cursos online abertos e alguns MOOC por considerar que são um meio fundamental para suprimir algumas das dificuldades sentidas e enriquecer as minhas práticas pedagógicas.

Em suma, estas ferramentas são, cada vez mais, essenciais quer no processo de ensino-aprendizagem quer no desenvolvimento de competências metacognitivas.

Paula Sousa disse...

Olá novamente!

Fica aqui também registado o meu link para a atividade deste módulo:

http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf

Também podem consultá-la no meu e-portefólio:

http://paulateixeirasousa.wix.com/e-portefolio-de-paula-sousa

Continuação de uma boa semana!

João Pinto disse...

No meu entender, na construção dos REA podem ser implementadas estratégicas inovadoras, diferentes do que nos recurso tracionais, envolvendo os alunos sua produção.
A imagem do professor como possuídor do conhecimento, que o suportava nos livros, que os escrevia no quadro e distribuís nas folhas de exercícios aos alunos está ultrapassada.
O acesso às novas tecnologias (NTIC) vieram alterar o relacionamento professor - recursos –aluno.
Agora os alunos podem participar na produção dos recursos, construindo assim os seus conhecimentos simultaneamente. Neste caso, o papel do professo transformou-se para um orientador – ajudante. Por exemplo, ferramentas como os Blogs e as Wikis, permitem que o aluno seja coautor dos recursos.
Esta estratégia de utilizar os REAs veio revolucionar os papéis dos diversos personagens dentro de uma sala de aula. A responsabilidade de disponibilizar os recursos já não é só do professor mas partilhada colaborativamente com os alunos.
Os alunos já não se limitam a serem recetores e interpretadores dos conteúdos dos recursos, mas são produtores e a sua colaboração ultrapassa as barreiras da sala de aula, amplificada pelas NTIC. Agora, um recurso produzido numa sala de aula pode ser utilizado noutra sala do outro lado no mundo, e até mesmo alterado (corrigido, atualizado, completado, etc).

João Pinto disse...

Defendo a criação colaborativa dos REA em que o aluno assume um papel ativo na sua construção.
É claro que é importante que o professor tenha o papel, além de orientador, de certificador da qualidade… que é um dos desafios que eu coloco nos REAs
Acho que os ditos “bons alunos” deverão ter um papel diferente dos alunos mais fracos… não se pode esperar que construam recursos com qualidades iguais. Mas também não se pode admitir a partilha de recursos com má qualidade ou “enganadores”. Para isto serão necessárias estratégias de trabalho e de acompanhamento diferentes, conforme cada caso.
Sempre achei que o ensino da medicina é um caso à parte em educação, pela complexidade dos temas e pela “seriedade/responsabilidade” (o que não quer dizeres que as outras áreas também não o sejam.) que temos que colocar na aprendizagem.
Os profissionais desta área têm de trabalhar com problemas extremamente complexos, tomar decisões com variáveis complexas a vários níveis, e com o grau de erro de ZERO…. nas outras áreas não é tanto assim… e tudo isto começa nas aulas e nos Recursos.

João Pinto

Mundo das TI - Liliana Paiva disse...

Boa dia a todos!
Em resposta a questão da discussão,
Na minha opinião a generalização dos hábitos tecnológicos na sociedade atual, o aumento de informação disponível na Web e a necessidade da sua gestão, são alguns dos princípios que fundamentam a criação de recursos educativos abertos sobre os diferentes tipos de educação e aprendizagem suportados pela tecnologia.
A forma como se aprende e como se educa com recursos digitais tem sido amplamente discutida. Vivemos em sociedades globais, em que cada vez mais crianças utilizam as tecnologias digitais no seu quotidiano, contudo, muitas fazem parte de num sistema que não reflete esta realidade global de integração.
Cabe-nos a nós agentes da educação iniciar/continuar essa mudança!
Fica também aqui o link para o trabalho deste modulo:
http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=91532&page=1

Alexandra disse...

O meu primeiro contacto consciente foi no decorrer deste curso, no entanto por principio educativo, sempre dei os créditos aos autores. Penso que estes recursos podem ser usados para melhorar a aprendizagem, tornando-a mais atractiva - uma aula com recursos informáticos tem sempre outra envolvente, por outro lado se os conteúdos estiverem disponíveis para todos, a consulta pode ser repetida as vezes que forem necessárias. Acho que respeita mais o ritmo de aprendizagem de cada um.
O que tenho usado de forma consciente é o MOOC, no decorrer deste curso e acho que o facto de qualquer pessoa em qualquer parte do mundo poder estar a fazer o mesmo curso, permite uma riqueza de partilha e aprendizagem enorme. Parece-me que este vai ser o futuro...

José Fernando Rodrigues disse...

Caros (as) Colegas:
Fiz algumas atualizações no meu e-Portefólio, na área de "outras informações" onde coloquei mais artigos interessantes, sites que poderão ser úteis um dia e notícias sobre cursos e formações na área da inclusão e das acessibilidades.
Segue o link:

http://fernandorodrigues.weebly.com/outras-informaccedilotildees.html

Caros facilitadores e responsáveis do MOOC:
Agora que entramos no último módulo e nos abeiramos do fim, devido à riqueza dos conteúdos, participações, links, recursos e sugestões presentes no blog do MOOC venho perguntar se, depois de terminado este curso, este blog continuará online ou será "desligado". Grato pelas informações.
Cumprimentos a todos e bom trabalho.

José Fernando Rodrigues disse...

Os direitos de autor e as dificuldades de acesso à cultura pelos cegos
Penso que é oportuno neste módulo falar-se um pouco sobre as dificuldades que os cegos têm em aceder à cultura devido às questões de direitos autorais e por força das limitações na reprodução, cópia e transformação/adaptação dos livros para suportes acessíveis.
Permitam-me, antes de continuar, uma informação e uma espécie de declaração pessoal. Começando pela segunda, quero sublinhar que sou, naturalmente, defensor da proteção e respeito pelos direitos de autor e da propriedade intelectual. Um escritor, um músico, um pintor que vive da sua obra merece todo o respeito e consideração assim como os bens culturais que produz. A pequena informação que pero deixar diz respeito à existência de um diploma legal dos anos oitenta, se não me falha a memória, que já abria exceções e previa a possibilidade de se poderem fazer cópias, gravações em áudio ou reproduções em braille de livros ou partes de livros para uso exclusivo de pessoas com deficiência visual.
Depois destes considerandos vamos então aos problemas. Efetivamente, um cego tem muitas dificuldades em ler livros acessíveis. Normalmente, um indivíduo com deficiência visual compra um livro, leva-o para casa, digitaliza-o num scâner, corrige essa digitalização porque os scaners não fazem um trabalho perfeito e depois sim, leem o seu livro num formato acessível, ficando com o exemplar em papel lá na estante, sem qualquer serventia. Ora, as editoras, elas sim as grandes culpadas no meu entender, têm emperrado aquilo que seria uma evolução natural, isto é, venderem os livros em formatos digitais acessíveis a quem deles necessitam. Na maioria dos casos os autores são os primeiros a não se importar com a disponibilização dos seus livros em formatos acessíveis mas as editoras, elas que recebem a parte de leão na venda dos livros, não estão para aí viradas.
Está a evoluir rapidamente o mercado dos e-books mas, mesmo aqui existem dificuldades porque os formatos mais populares dos livros eletrónicos, por exemplo o formato EPUB, também não são diretamente acessíveis e ainda dão algum trabalho a transformar antes de poderem ser lidos.

José Fernando Rodrigues disse...

Depois temos outro mercado que está atrasadíssimo em Portugal. Refiro-me aos áudio livros. Se procurarmos nas livrarias ainda são raros em língua portuguesa (PT) mas, felizmente, existem bibliotecas e projetos (Biblioteca Municipal de Coimbra, Instituto S. Manuel da Santa Casa da Misericórdia do Porto ou o Projeto Gaia Inclusiva) que têm já disponíveis centenas de títulos gravados com voz humana. Este mercado em Inglaterra ou nos EUA tem mais de vinte anos.
Bem, como se poderia resolver este problema das dificuldades no acesso à leitura pelos cegos? Existem três caminhos possíveis, pelo menos. (1) Atualizar a legislação que permita de forma livre e sem preocupações a transformação e partilha de livros digitais acessíveis. (2) Evoluir os softwares de leitura de ecrã e linhas braile ao ponto de conseguirem ler os formatos dos livros eletrónicos. (3) Os autores, sensíveis que estão para estas necessidades destes públicos especiais, darem instruções claras às suas editoras para que as suas obras sejam disponibilizadas mediantes certas condições. Por exemplo os livros serem dotados de licenças creative commans e serem distribuídos online.
Seja como for, o acesso à cultura é um direito de todos e seja de que forma for as coisas têm de mudar.
Deixo-vos com um escândalo nacional que está relacionado com os manuais escolares. Ainda temos alunos cegos a receber manuais tardiamente e nem sempre iguais aos dos seus colegas da turma, adotados pela escola, porque as editoras de livros didáticos, neste caso, acham que não podem produzir manuais acessíveis para os alunos mas podem produzir aplicações fabulosas, em formatos intrincados e inacessíveis para que os professores e os alunos ditos normais tenham o manual eletrónico todo bonitinho. A moda este ano são os manuais escolares disponibilizados em tablets e para os cegos chegam em braille semanas ou meses depois ou chegam no formato Daisy, um formato muito discutível na minha opinião.
Naturalmente as licenças livres, os repositórios de produtos educativos, em suma, a educação livre podem dar uma preciosa ajuda também para os nossos alunos com necessidades especiais. Cabe-nos a nós, que frequentamos este MOOC, começar a espalhar a ideia e a mensagem porque estes recursos novos ainda são praticamente desconhecidos na comunidade docente.

Elisabete Pinheiro disse...

bom dia,
Esta formação está riquíssima em recursos que desconhecia. Precisamos inovar e dá los a conhecer. Tive oportunidade de explorar o RCAAP e realmente tem muita informação útil a nivel de investigações cientificas.
A maioria das pessoas nem sequer se importa ou até desconhece legislação para os direitos de autor ou a maneira como contornar essa barreira.
Acho os recurso educacionais abertos uma mais valia para que todos tenham a mesma oportunidade.

Elisabete Pinheiro disse...

rbom dia
Aqui fica a minha proposta de actividade deste modulo.

http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92192&page=1

João Pinto disse...

No nosso dias, o professor já não é o único possuidor do conhecimento nem o meio privilegiado para a sua distribuição.
A internet veio ocupar este papel o que obriga o professor a uma deslocação das suas funções mais tradicionais.
Numa sociedade que vive, em rede em que a cibercultura emerge e transformou o processo de aprendizagem dos indivíduos, um professor não pode ser um mero utilizador da internet sobe a pena de ver o seu papel ultrapassado.
O papel de um professor pesquisador, investigador, inovador e potenciador de transformações é o caminho permitido pela internet para todos os professores que desejam ter um papel interventivo nos novos processos de aprendizagem à volta da web 2.0
Os REA surgem assim como uma forma do professor intervir no processo de aprendizagem, retornando ao seu papel ativo na construção do conhecimento da comunidade, e de se assumir como pilar privilegiado de sinalização, orientação e partida para o encontro de novas aprendizagens.
Os REA permitem ao professor serem protagonistas na construção de novos conhecimentos “articulando os conhecimentos e saberes emergentes das populações locais com o conhecimento já estabelecido pela ciência contemporânea e pelas culturas.”

João Pinto disse...

No nosso dias, o professor já não é o único possuidor do conhecimento nem o meio privilegiado para a sua distribuição.
A internet veio ocupar este papel o que obriga o professor a uma deslocação das suas funções mais tradicionais.
Numa sociedade que vive, em rede em que a cibercultura emerge e transformou o processo de aprendizagem dos indivíduos, um professor não pode ser um mero utilizador da internet sobe a pena de ver o seu papel ultrapassado.
O papel de um professor pesquisador, investigador, inovador e potenciador de transformações é o caminho permitido pela internet para todos os professores que desejam ter um papel interventivo nos novos processos de aprendizagem à volta da web 2.0
Os REA surgem assim como uma forma do professor intervir no processo de aprendizagem, retornando ao seu papel ativo na construção do conhecimento da comunidade, e de se assumir como pilar privilegiado de sinalização, orientação e partida para o encontro de novas aprendizagens.
Os REA permitem ao professor serem protagonistas na construção de novos conhecimentos “articulando os conhecimentos e saberes emergentes das populações locais com o conhecimento já estabelecido pela ciência contemporânea e pelas culturas.”

João Pinto disse...

No nosso dias, o professor já não é o único possuidor do conhecimento nem o meio privilegiado para a sua distribuição.
A internet veio ocupar este papel o que obriga o professor a uma deslocação das suas funções mais tradicionais.
Numa sociedade que vive, em rede em que a cibercultura emerge e transformou o processo de aprendizagem dos indivíduos, um professor não pode ser um mero utilizador da internet sobe a pena de ver o seu papel ultrapassado.
O papel de um professor pesquisador, investigador, inovador e potenciador de transformações é o caminho permitido pela internet para todos os professores que desejam ter um papel interventivo nos novos processos de aprendizagem à volta da web 2.0
Os REA surgem assim como uma forma do professor intervir no processo de aprendizagem, retornando ao seu papel ativo na construção do conhecimento da comunidade, e de se assumir como pilar privilegiado de sinalização, orientação e partida para o encontro de novas aprendizagens.
Os REA permitem ao professor serem protagonistas na construção de novos conhecimentos “articulando os conhecimentos e saberes emergentes das populações locais com o conhecimento já estabelecido pela ciência contemporânea e pelas culturas.”

João Pinto disse...

No nosso dias, o professor já não é o único possuidor do conhecimento nem o meio privilegiado para a sua distribuição.
A internet veio ocupar este papel o que obriga o professor a uma deslocação das suas funções mais tradicionais.
Numa sociedade que vive, em rede em que a cibercultura emerge e transformou o processo de aprendizagem dos indivíduos, um professor não pode ser um mero utilizador da internet sobe a pena de ver o seu papel ultrapassado.
O papel de um professor pesquisador, investigador, inovador e potenciador de transformações é o caminho permitido pela internet para todos os professores que desejam ter um papel interventivo nos novos processos de aprendizagem à volta da web 2.0
Os REA surgem assim como uma forma do professor intervir no processo de aprendizagem, retornando ao seu papel ativo na construção do conhecimento da comunidade, e de se assumir como pilar privilegiado de sinalização, orientação e partida para o encontro de novas aprendizagens.
Os REA permitem ao professor serem protagonistas na construção de novos conhecimentos “articulando os conhecimentos e saberes emergentes das populações locais com o conhecimento já estabelecido pela ciência contemporânea e pelas culturas.”

Patrícia disse...
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Patrícia disse...
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Patrícia disse...

Tomei conhecimento dos recursos educativos abertos acessíveis no decorrer da minha licenciatura em Educação e Comunicação Multimédia. Ao longo da licenciatura foram várias as plataformas exploradas, que se revelaram de grande utilidade para a construção de temáticas provenientes das unidades curriculares.

Houve uma unidade curricular em especial que abordou as características e apresentou de uma forma mais pormenorizada o mundo dos recursos educativos abertos acessíveis. Aí tivemos contacto com o RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal, que se revelou bastante útil para a pesquisa e procura de informação científica.

Enquanto gestor dos repositórios é no RCAAP que estão agregados todos os repositórios de todas as instituições do Ensino Superior. Quase todos os repositórios seguem um software livre que é o Dspace, Este é um software de código aberto que foi desenvolvido ela Faculdade do Minho. O portal RCAAP constitui-se como um ponto único de pesquisa, descoberta, localização e acesso a milhares de documentos de carácter científico e académico, nomeadamente artigos de revistas científicas, comunicações a conferências, teses e dissertações, distribuídos por inúmeros repositórios portugueses. Abordamos também os vários repositórios existentes, centrando-nos muito nos nacionais. Sinceramente até à data não conhecia nenhum deles e fiquei surpreendida com a quantidade de informações que cada um possui. Abordamos também o mundo das bibliotecas e centramo-nos numa em particular, a B-On. A B-On é uma biblioteca do conhecimento online que inclui vários recursos com acesso a várias bases de dados. Enquanto uma biblioteca tradicional tem os seus conteúdos em suporte de papel, uma biblioteca digital disponibiliza toda uma série de informação científica em formato digital, tais como e-books, revistas, artigos, citações, teses, dissertações, enfim uma panóplia de documentação científica à distância de um clique. A B-On é constituída por periódicos online, catálogos de bibliotecas, bases referenciais e obras de referência. É uma ferramenta desenvolvida para a comunidade cientifica portuguesa, não é propriamente uma base de dados. Uma base de dados tem uma estrutura própria enquanto a B-On encaminha as pesquisas feitas pelos utentes para diversas bases de dados. Esta biblioteca disponibiliza o acesso ilimitado e permanente a instituições de investigação e de ensino superior, a textos integrais de milhares de periódicos científicos e e-books de alguns dos mais importantes fornecedores de conteúdos. Foi também nessa unidade curricular que tive contacto com as Licenças Creative Commons. Já tinha algum conhecimento sobre as mesmas, mas não sabia o seu real significado e implicações. Confesso que na altura fiquei bastante entusiasmada em saber mais sobre o assunto e não tardou em ir investigar. Ora bem, toda a minha vida académica me recordo de ouvir que copiar trabalhos é crime e que não é o correto mas estava longe de saber as reais implicações.

As licenças Creative Commons visam proteger e assegurar os direitos de autor, para que as suas informações não sejam reproduzidas ou copiadas por outros. Para além de protegerem os direitos de autor, todos os documentos que tenham a imagem referente à licença CC são impedidos de ser comercializados e ou copiados, pelo menos com o recurso do rato do computador. Muitos deles ainda não estão devidamente protegidos devido aos atalhos do teclado que permitem efetuar a cópia e colar num outro documento, mas acredito que futuramente tal ato seja impossível de concretizar. É fundamental proteger os autores e os seus trabalhos. É inglório ver os trabalhos de outras pessoas nas “mãos” de outros. Defendo a acessibilidade e usabilidade, em que todos os documentos devem estar disponíveis para que desta forma cheguem a um maior publico, mas há que ter em atenção aos termos consultar, ler, observar e não confundir com copiar, roubar e defraudar. Utilizar sim, mas com a disponibilização das referencias bibliográficas, devidamente identificadas segundo as normas da APA.

Patrícia disse...

Boa tarde a todos.
Em relação aos comentários efetuados nesta página, concordo com a grande maioria e fico bastante satisfeita que exista um grande número de pessoas que se interessam e preocupam com a temática proposta deste módulo.
É importante que os assuntos menos falados façam parte do quotidiano de muitos. Estes são temas atuais e cada vez mais ignorados por parte da população. Penso que se todos falarmos nem que seja um pouco deles, a sua importância e valor não ficam tão diminuídos neste "pequeno" mundo.
Com os melhores cumprimentos,
Patrícia Baeta

MOOC INCTEC disse...

Caro José Rodrigues,

O MOOC ficará disponível nos próximos meses.

MOOC INCTEC disse...

Cara Elisabete,

Verifique o URL do seu trabalho no Book Builder, não parece estar a abrir.

Ana Paula Carlos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Paula Rocha disse...

Comentário ao trabalho de outro formando deste MOOC:
Analisei o trabalho da Paula Sousa(Storybird sobre Discalculia) e observei que é um trabalho esteticamente muito apelativo e com conteúdo relevante. Parece-me feito com muito cuidado e precisão. Observo ainda que, como ferramenta concebida com o propósito de ser um Recurso Educativo Aberto Acessível, cumpre os objetivos, embora não proporcione a reedição. Há a possibilidade de inserir comentários, contudo, o que pode ser uma mais-valia para o próprio trabalho, caso os comentários sejam bem intencionados e acrescentem dados rigorosos.

Patrícia disse...

Boa tarde a todos!
O produto final do Módulo 4 consta no seguinte link:

http://storybird.com/books/habilidades-nao-cognitivas/?token=aqd7dmwjxy

Com os melhores cumprimentos,
Patrícia Baeta

Beatriz Costa disse...

Iniciei a utilização dos recursos educativos abertos (REA) como estudante, durante a realização do mestrado, para pesquisas científicas – acesso a diferentes repositórios científicos: Repositórios Institucionais das Universidades, Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP), a biblioteca Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e outros. Acrescento a plataforma moodle da universidade, onde tinha acesso aos materiais e recursos disponibilizados pelos docentes nas diversas cadeiras.
Como formadora de professores, tenho utilizado as plataformas moodle dos Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE) onde crio uma disciplina para o desenvolvimento de cada formação – introdução dos materiais/recursos utilizados na formação com acesso a todos os formandos e onde podem incluir, também, os trabalhos realizados.
Ao nível de cursos abertos, na modalidade e-learning, especificamente no formato Massive Open Online Course (MOOC), estou na minha primeira experiência no presente curso - Inclusão e Acesso às Tecnologias 2014.
Como docente, nos últimos anos, tenho utilizado REA no âmbito das plataformas moodle do agrupamento de escolas, onde acedo a diferentes disciplinas e recursos educativos.
Tenho, ainda, utilizado, em contexto de aula, o Youtube para apresentação de videoclipes e músicas, o Sitio dos Miúdos para desenvolvimento de atividades nas áreas de Português, Matemática, Estudo do Meio e Expressões.
Os recursos educativos abertos constituem um enorme potencial, na medida em que são um acesso universal à aprendizagem, sendo utilizados por professores, alunos, autodidatas… Promovem, assim, a aprendizagem formal e não formal.
Como aluna e formadora os REA tornaram-se um grande contributo para a aprendizagem, formação e partilha de materiais/recursos.
Como docente, os REA têm permitido a diversificação de estratégias/metodologias pedagógicas, o enriquecimento dos recursos/materiais, a participação e o envolvimento dos alunos nas atividades letivas e não letivas (acesso à plataforma moodle) e a partilha de trabalhos/recursos entre alunos e professores.

Ana Paula Carlos disse...

Assunto - Comentário sobre o trabalho de Paula Sousa – storybird sobre Discalculia

Estimada Paula Sousa,

Começo por agradecer o seu trabalho que nos apresenta a discalculia como uma das mais frequentes dificuldades na Matemática (juntamente com acalculia e a Pseudodiscalculia).
Também acredito que se trata de uma Dificuldade de Aprendizagem Específica (DAE) que afeta a normal aquisição e uso das competências aritméticas.
Graças à sua apresentação, fiquei a saber que se trata de uma problemática muito heterogénea e polimorfa, com seis tipologias: discalculia verbal, discalculia practognósica, discalculia léxica, discalculia gráfica, discalculia ideognósica e discalculia operacional e que são ainda frequentes casos de comorbidade, sobretudo, associados à dislexia, uma combinação que traz por norma sérias consequências.
Concordo absolutamente consigo quando afirma que só uma intervenção precoce poderá, através de práticas realmente inclusivas e informadas, promover o sucesso educativo destas crianças e que a formação contínua dos professores tem um papel importante neste cenário.
Não posso deixar de a saudar também por ter escolhido o storybird para apresentar o seu trabalho! Fiz uma incursão neste software e confesso que a minha principal dificuldade se prendeu com a seleção das imagens e do artista… Talvez me tenha faltado a sensibilidade estética que a Paula revela tão bem. Acabei por trabalhar com outro software que oferece a possibilidade de reedição e também permite comentários que, naturalmente, podem ser enriquecedores e estruturantes. Fica aqui o convite…
http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92219&page=1

Mais uma vez, obrigada!
Saudações cordiais
Ana Carlos

Valentina Cardoso disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Valentina Cardoso disse...

Como vão!
Refletindo sobre a questão deste módulo é de constatar que os recursos REA são de facto uma grande mais-valia na educação e não só. No entanto, o meu conhecimento sobre os mesmos é muito precário, dado que ao longo dos anos foram poucas as vezes que os utilizei no contexto educativo e os utilizados, não foram de forma alguma consistentes nem sistemáticos. No entanto, mesmo com as dificuldades que sinto na utilização destas ferramentas, tenho utilizado software específico (JClik e Pictoselector) quando se trata de desenvolver a comunicação de determinados alunos, como também tenho utilizado sites educativos com o objetivo de desenvolver competências.
Enquanto formanda e formadora também tenho utilizado com frequência muitas das bibliotecas virtuais e sites com o objetivo de me informar e formar.
Novamente reafirmo o grande potencial destes recursos na educação, nomeadamente na aplicabilidade a docentes de educação especial e respetivos alunos.
Esta formação está a ser uma grande porta de entrada de novas informações e aprendizagens. Não tinha a ideia da extensão enorme de recursos disponíveis (fazia apenas um pequeno cálculo…). De tal modo é esta extensão que não tem sido possível experimentar todos os recursos indicados. Espero, mais tarde, e em parcerias com colegas, poder aprofundar alguns dos recursos não experimentados e poder dar continuidade aqueles que pude explorar.
Acrescento que, uma das dificuldades que tenho sentido é, que a utilização dos recursos requer tempo, disponibilidade mental e motivação. Para mim, que sou da geração do lápis e do papel, quando se trata de recorrer às novas tecnologias, necessito sempre de apoio de alguém que sabe muito mais do assunto, de forma a garantir uma utilização/produção de material mais eficaz.

Ana Paula Ferreira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Delfina Carlos disse...


Boa tarde, a todos!

Relativamente às questões em discussão, devo dizer que sou estreante nos Massive Open Online Courses (MOOCs), até à data de início deste curso, nunca tinha participado em cursos online abertos. Em boa hora surgiu, pois se achava que estava no comboio para a ”aldeia global”, ainda que na última carruagem, assim que comecei o curso descobri que não podia estar mais enganada…

Na verdade, ao consultar o Guião do Curso, a única ferramenta que já tinha utilizado: o Windows Movie Maker (software de edição de vídeos da Microsoft)…

Descobrir as ferramentas web 2.0, utilizadas no contexto de ensino-aprendizagem, panóplia de recursos educativos interessantíssimos e repletos de potencial para as atividades académicas “Web 2.0: Cool Tools For School”!

Quanto aos recursos educativos abertos (REA), tenho recorrido ao Portal das Escolas, ao Google imagens, entre outros para usar os recursos existentes e para criar material didático, nomeadamente fichas de trabalho, entre outros.

Há um esforço das autoridades competentes em “tornar a educação mais acessível e eficaz”, tendo em conta que a conjuntura económica atual, não permite grandes acessibilidades financeiras para a aquisição de materiais e tecnologias. Porém, “existem muitos obstáculos para realizar esta visão”, pois se todas as pessoas têm o direito de acesso ao conhecimento independentemente das suas incapacidades é certo que há ainda um grande caminho a percorrer.

As “Creative Commons” são as licenças dadas pelo autor, que se situam entre todos os direitos reservados (Copyright) e o domínio público, sendo este último completamente livre (Copyleft).

O potencial dos REA na Internet é enorme já que permite a livre utilização e readaptação dos recursos por qualquer utilizador, dando a liberdade para usar, personalizar, ler, manipular… sem quaisquer restrições. Tratando-se de uma mais-valia para promover educação aberta e assim “nos aproximamos de um mundo mais aberto, flexível e eficaz, que garanta uma educação para todos”, premissa da escola inclusiva.

anabelacampus disse...

Não conseguindo colocar o link na área de registo da atividade 4, dá sempre erro, coloco-o aqui:

http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue

está também no meu blogue
http://anabelacampusmooc.blogspot.pt/p/modulo-4.html

Criei também uma licença aberta Creative Commons renunciando aos meus direitos de autor e tornando o trabalho público e livre.
Essa menção está devidamente assinalada no meu blog abaixo do trabalho.
Perdoem a simplicidade mas sou novata nestas coisas... fiz o melhor que pude....

Diana Lisboa disse...

Olá! Os recursos Educativos Abertos Acessíveis são uma mais valia para todos... desde quem os cria até quem os utiliza. É a oportunidade de criar, partilhar e constantemente aperfeiçoar o conhecimento; de ter acesso a diferentes informações, possibilitando assim a reflexão sobre as mesmas; é a garantia de que todos têm o ser direito ao acesso à informação assegurando a universalidade da educação; é permitir que os conteúdos das aprendizagens possam ser apresentados de múltiplas formas, em função das necessidades e capacidades da criança e jovem! Esta é, sem dúvida uma forma de mudar o paradigma da educação... permitir o acesso de todos a toda a informação (free, flexible, modern, interactive). Este MOOC tem sido uma construtiva aprendizagem e tem-me dado a liberdade de expandir os meus conhecimentos, explorar os recursos disponíveis, criar novos materiais e, acima de tudo, refletir sobre as questões da inclusão e acessibilidade.

anabelacampus disse...

Comentário sobre o trabalho de Patrícia Batea – storybird sobre Habilidades não cognitivas


Agradeço à Patrícia o seu trabalho que nos apresenta um tema no qual nunca me debrucei. Penso que nunca li nada sobre este assunto mas achei muito interessante.
Graças à sua apresentação, fiquei a saber que nem só a inteligência, o raciocínio lógico e a capacidade de resolver problemas são a chave para o sucesso. Estas competências são exclusivamente cognitivas e são estas que são, normalmente avaliadas e tidas em conta.
Fiquei a saber que para além destas, ninguém terá sucesso real se não se souber relacionar, não for determinado ou não tiver controlo sobre as suas próprias emoções.
Estas características não são talentos natos, podem ser aprendidas, daí a importância do seu conhecimento para os educadores, dado que em colaboração com as competências cognitivas, podem catapultar um aluno para uma aprendizagem efetiva e harmoniosa.
As capacidades não cognitivas, embora não possam ser verdadeiramente listadas, pois existem muitas e variadas, podem organizar-se em algumas mais importantes e passíveis de avaliação:
- Determinação
- Colaboração
- Sociabilidade
- Estabilidade emocional
- Protagonismo
- Curiosidade
Obrigada pela partilha PATRÍCIA BAETA!

jose luis pissarro disse...

Neste módulo, comecei por explorar alguns recursos e ouvir as intervenções de Sir John Daniel, David Wiley, Stephen Downes, Richard Stallman e Lawrence Lessig, na comunidade MOOC INCTEC no Facebook. Confesso que não estava familiarizado com nenhum deles e foi uma agradável surpresa conhecer as suas visões e posições quanto aos temas abordados.
Na entrevista dada ao canal francês France24, Sir John Daniel é apresentado como responsável pela Commonwealth of Learning e como tendo trabalhado para a UNESCO. Vi o seu site - http://sirjohn.ca/wordpress/ que tem como subtítulo Open and Distance Learning, área a que dedicou a sua vida profissional.
No site, informa que terminou a sua responsabilidade no CoL em 2012 e que terá sido a partir dum estágio que fez na Universidade Aberta do Reino Unido, em princípios dos anos '70, que ele vislumbrou qual seria o futuro do ensino superior. Passou por instituições do ensino superior no Canadá e a colaborador da UNESCO e da CoL. Tem disponíveis várias publicações sobre o ensino superior a distância e inúmeras intervenções públicas internacionais.
Registei algumas considerações nas intervenções que ouvi, nomeadamente, a necessidade de expansão do ensino superior online, a nível mundial, uma vez que as crescentes necessidades de formação de jovens em todo o mundo e a procura por cursos de ensino superior não pode ser satisfeita por campus universitários, pois não será possível construir edifícios para o volume da procura e, portanto, só uma resposta virtual é possível. Sir John Daniel fala também dos inúmeros recursos abertos existentes, passíveis de serem contextualizados localmente, insistindo na qualidade que é necessário manter e desenvolver. Tem uma perspetiva muito confiante neste caminho como forma de democratizar o acesso ao ensino superior.
Ouvi também a TED talk de David Wiley - http://davidwiley.org/ - sobre «Open Education» e gostei da tónica colocada numa visão da educação como PARTILHA, como dádiva altruista. Clarifica os vários conceitos de «open» (OER, open access, open courseware, open source...) e menciona os seus 4Rs, dimensões para explorar os recursos abertos: REUSE, REDISTRIBUTE, REVISE, REMIX.
Ouvi ainda Stephen Downes - http://www.downes.ca/-, num vídeo que serviu de introdução, num dos seus MOOCs, ao tema das licenças dos recursos . É uma visão complementar das anteriores intervenções, na defesa dos recursos abertos e no licenciamento (CC) para reutilização dos recursos na Internet.
Richard Stallman - https://stallman.org/ - fala das 4 liberdades para o software aberto. Ao explorar o seu site achei curioso o apoio ao Partido dos Verdes nos USA (pouco conhecido) e o seu posicionamento «anti-establishment», «anti-corporations», «anti-facebook» e outras redes, que não respeitam a privacidade dos utilizadores.
Por último ainda ouvi uma EdTalk (Harvard Univ) com Lawrence Lessig sobre as licenças Creative Commons, como forma de conceder a outros direitos de reutilização.

Ana Paula Ferreira disse...

Considero que o trabalho de Anabela Campus está bem estruturado, com boa organização , é dinâmico. Aproveitou as funcionalidades do Storybird. Atendendo às recomendações WCAG 2.0 no que respeita à acessibilidade este trabalho é operável pelo ponto 2.1, as funcionalidades estão disponíveis no teclado. Compreensível pelo ponto 3.1 o conteúdo é legível e compreensível. Relativamente ao ponto 1 não é perceptível, na medida em que as imagens não têm legendas.
O tema do trabalho é relevante: “A intervenção assistida por animais, uma outra perspetiva de atuação no autismo”.
O Storybird é uma ferramenta adequada para estimular a imaginação de alunos com autismo que têm dificuldade em expressar sentimentos.
Um bom ponto de partida para novos trabalhos.

José Manuel Amaral disse...

Falar em recursos educativos é falar em material que irá permitir aos seus utilizadores um uso essencialmente pedagógico e sem fins comerciais. Ao meu tempo, estamos perante conhecimentos, investigações, partilhas, trabalhos que vão por em destaque variáveis de extrema importância, quer em termos educativos e práticas educativas, quer em termos sociais.
Se a sua utilização vai permitir enriquecer quem os busca e quem os recebe através da transmissão individual e em grupo, a sua não abertura e acessibilidade só trará ignorância, desconhecimento e incapacidade de partilhar saberes.
Neste contexto, a publicação e divulgação dos Recursos Educativos abertos e acessíveis permitirá que o conhecimento possa chegar a quem tem necessidade e manifestamente procure a sua utilidade. Se na maioria dos casos a investigação e publicação das conclusões desse processo se faz com os dinheiros vindos dos nossos impostos, do erário público, impedir que os mesmos sejam do conhecimento geral e tenham fins meramente comerciais, é desvirtuar o desenvolvimento da sociedade nas suas várias dimensões, em especial, na vertente educativa e social. Por isso, devem ser as autoridades nacionais a permitir que as mesmas sejam abertas, mas claro com as devidas condições e restrições, salvaguardando os direitos do autor e dos produtores, e não permitindo a sua utilização com fins comerciais.
Hoje em dia, as licenças de utilização são o maior problema para um eficaz uso da ferramenta, refiro-me a algum software, cuja seu uso se torna limitativo e incentiva a procura de software piratado e obtido de uma forma ilegal.
Na minha experiência como docente, o uso de material e recursos educativos sempre foram usados com o intuito prático da minha função e como forma de fazer chegar o conhecimento e os saberes aos meus alunos, sejam eles ditos normais, sejam eles NEE´s. Não interessa a sua catalogação mas sim o objetivo com que se usa, sempre com fins educativos. Divulgar é partilhar e fazer com que os nossos parceiros, os nossos colegas, os nossos alunos possam disfrutar do que a internet nos proporciona, nos oferece sem limitar o acesso e permitir que todos possam aceder, independentemente da sua condição social e profissional, pois o saber quando existe é para todos e não para alguém em especial. O conhecimento é geral e público, devendo ser utilizado para o desenvolvimento de uma sociedade que se quer justa, equitativa e solidária.

jose luis pissarro disse...

Uma das tarefas pedidas neste módulo era comentar trabalhos de colegas.
Estive a navegar no Blendspace do MOOC para ver alguns dos e-portefólios dos colegas e comecei por ver o de José Fernando Rodrigues que nos habituou a extensos e pertinentes comentários e que tem um e-portefólio muito bem estruturado com todos os seus comentários e trabalhos substantivos - http://fernandorodrigues.weebly.com/.

Vi a sua apresentação no Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=aZktdsoD1QE, que está muito bem.

Na página Web da Introdução necessita ainda de colocar algum texto para não ficar com o ar vazio.

No módulo I realizou um trabalho muito completo sobre a História da Deficiência que organizou num website - http://historia-deficiencia-educacao.weebly.com/

No módulo II produziu um vídeo para mostrar o sistema de ampliação que usa e os respetivos dispositivos de controlo - https://www.youtube.com/watch?v=UIxk6MJUYmw. Fiquei a perceber melhor o potencial deste equipamento. penso que este vídeo deve ser divulgado pois não há muita coisa em português sobre as teelupas.
Procurei no Youtube a empresa britânica que refere (Humanware), que tem um canal Youtube com muitos vídeos de demonstração de vários equipamentos para os problemas de visão - https://www.youtube.com/user/HumanWareTechnologie/videos. Há alguns vídeos no Youtube sobre lupas eletrónicas duma empresa brasileira que tem um canal vídeo - https://www.youtube.com/user/Bonavision/videos Nas pesquisas que fiz, encontrei uma empresa portuguesa que também parece comercializar este tipo de produtos - http://electrosertec.pt/esert/index.php.

No módulo III fez um trabalho igualmente interessante - uma webquest para os alunos construirem um e-portefólio - http://zunal.com/webquest.php?w=244988 - que pretende levar a cabo com os seus alunos no próximo ano letivo.

Se eu fosse professor também tentaria investir nestes trabalhos para por em prática com os alunos. Temos tido contacto, neste MOOC, com tantos recursos e ferramentas com potencial para tornar a aprendizagem muito mais atraente para os alunos.

Outro e-portefólio interessante é o de João Pinto que nos brindou logo no início com esta bela apresentação do seu Alentejo - https://www.youtube.com/watch?v=_CEaOcSDU9U.
Na Introdução também necessita de escrever qualquer coisa pois tem a página vazia.
Dos trabalhos que apresentou gostei do seu Piktochart - https://magic.piktochart.com/output/1770382-resumo-das-diretrizes-wcag-20 - com as diretrizes da Web 2.0.

Paula Silva disse...

Boa tarde
O meu contacto com novas tecnologias tem sido gradual. O MOOC foi o meu primeiro curso online e foi um desafio muito grande. De inicio estive reticente mas agora tenho de dizer que tem sido muito bom e tenho aprendido muito. Foi através do MOOC que me estreei em quase todos os programas que foram aqui apresentados e tem sido um experiência muito útil. Para mim foi o melhor que fiz nos últimos anos porque é muito prático, vai ser útil para a minha actividade profissional e aprendi bastante.
Os REA são um potencial muito atractivo tanto para os jovens como para os professores e pela minha parte descobri muitos que passarei a utilizar mais.

Paula Sousa disse...

Olá a todos!

Apesar de ter já submetido o trabalho para este módulo, quero apenas referir que já lhe atribui uma licença da Creative Commons, tarefa que até então não estava a ser fácil... Podem encontrar a atividade no meu eportefólio: http://paulateixeirasousa.wix.com/e-portefolio-de-paula-sousa


Valentina Cardoso disse...

Boa tarde

Senhores formadores
Não consigo aceder à área de registo da atividade - módulo 4

Valentina Cardoso disse...

Olá Novamente

Para dar cumprimento ao trabalho deste módulo optei por criar um recurso educativo relacionado com a planificação do módulo anterior.
Deste modo, selecionei algumas profissões e através de textos simples e imagens construi um livro.
Com este trabalho pretendi desenvolver não só a comunicação, mas também auscultar as preferências profissionais dos alunos que beneficiam de Plano Individual de Transição.
Estou neste momento a testar este recurso e para já o feedback é positivo.
aqui vai a ligação.

http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=91861&page=1

Filipe Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Filipe Santos disse...

Olá,

Os vídeos disponibilizados por este MOOC nesta semana ajudaram-me a ter uma visão mais holística da "Cultura Aberta" e do quanto a internet foi necessária para lhe dar corpo. Da mesma forma, e como mencionado num dos vídeos, a cultura aberta poderá ajudar o professor a repensar a profissão pois esta assenta no pilar base da partilha, do criar, recriar, distribuir. A Internet, e as tecnologias web 2.0 em particular, permitem hoje a difusão deste modo de pensar a profissão.
Ainda assim, penso que não é uma área acabada e ainda é necessário dar resposta a alguns problemas que podem advir desta cultura, já que o setor da "informação" e sua distribuição é um legítimo ganha-pão para muitas pessoas em todo o mundo. E se é certo que os modelos antigos de propriedade intelectual e de "não-partilha" e "não-distribuição" estão ultrapassados (e devem assim ser repensados e substituidos) ainda penso que o estado atual do "movimento aberto" não oferece uma resposta final para todos os problemas. Mas será o caminho que conduzirá à resposta :-)

MOOC INCTEC disse...

Cara Valentina,

O URL da página de registo da atividade do Módulo 4 é:
http://inctec2014.blogspot.pt/2014/05/topico-4-registo-da-atividade.html

DG disse...

Desde o ano passado que tive a oportunidade de realizar alguns MOOC (a nível nacional e internacional) que me abriram horizontes de conhecimento particularmente interessantes, contudo, a questão dos direitos de autor, que sempre me preocupou, acabou por nunca ser abordada, no que respeita a partilha da informação produzida e partilhada on-line. Portanto, o exemplo das licenças Creative Commons, que desconhecia, são, sem dúvida, uma mais valia para quem se socorre dos recursos virtuais frequentemente, como é o caso dos docentes, representando um incentivo ético ao uso gratuito de materiais de aprendizagem.
No meu contexto profissional, tenho-me socorrido de inúmeras plataformas de acesso "livre", como o Moodle, Youtube, Linoit, Joomag, o que tem contribuído para diversificar aprendizagens e incrementar um trabalho cooperativo de fundo criativo.

DG disse...

Relativamente à opinião sobre um dos trabalhos realizados por colegas, gostaria de referir o de Anabela Campos: "A Intervenção Assistida por Animais" (aqui: http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue).
Apesar de ter abordado o tema de forma muito célere e sintética, parece-me eficaz a forma como o apresenta (as imagens constituem, sem dúvida, um elemento extra apelativo). Contudo, no título menciona a intervenção focada no autismo e seria interessante que esse tema fosse mais pormenorizado, nomeadamente, exemplificando estratégias que reflitam a intervenção mediada por animais junto de crianças com esta problemática.
Bom, deixo os parabéns, de qualquer modo, pelo assunto focado e a sugestão de que aprofunde e partilhe os seus conhecimentos com todos nós.

DG disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lara Paiva disse...

Recorro muitas vezes a material da Internet para obter ideias, materiais e uso Recursos Educativos Abertos Acessíveis nas minhas aulas
Esta experiencia tem sido muito enriquecedora porque me permitiu ter acesso a uma quantidade de recursos livres online que não conhecia. São ferramentas que vou continuar a usar nas minhas aulas e fora delas.

DG disse...

Para quem quiser ver o nosso trabalho, o mesmo encontra-se aqui:
http://dulcesg7.wix.com/dulcegoncalves#!mdulo-4/c17p9

Docente de Educação Especial Vanda Simões disse...

Atendendo às mudanças sociais, a profissão de professor deve mudar, levando em conta uma sociedade moderna e democrática, plural, integradora, participativa e solidária. Julgo que os REA são mais um excelente recurso para permitir ao professor tornar-se inovador, dinâmico e empreendedor, acompanhar a par e passo o progresso tecnológico e todas as inovações a ele associadas, aceitar o desafio de procurar dominar as novas tecnologias da informação e comunicação e saber tirar proveito delas para enriquecer a sua prática pedagógica.
Na minha formação profissional contínua, recorri por diversas vezes aos repositórios abertos das universidades para consultar teses e trabalhos de investigação. Na minha prática profissional recorro frequentemente ao portal das escolas, plataforma moodle,
Biblioteca Digital Mundial
www.wdl.org/pt/
É a primeira vez que participo num curso Mooc e fiquei impressionada pela positiva com a qualidade dos conteúdos e a participação e partilha entre os vários intervenientes. Muitas vezes oiço colegas alegarem falta de condições económicas para poder realizar formação contínua, e julgo que estas iniciativas são uma excelente oportunidade de enriquecimento pessoal e profissional com a vantagem de poder gerir o nosso tempo, evitar deslocações e gastos acrescidos.

Paula Sousa disse...

Boa noite!

No que diz respeito ao comentário sobre um dos trabalhos dos colegas, optei pelo da Patrícia Baeta que tem como tema as "Habilidades Não Cognitivas" (Módulo IV).

Felicito-a, desde já, pela partilha de um tema que não só me agrada bastante, como é também, muitas vezes, relegado para segundo plano ou passa despercebido por completo.

Se não estou em erro, todas as competências que refere fazem parte do designado currículo oculto, ou seja, são todas aquelas competências que não se enquadram no currículo oficial, mas que contribuem, implicitamente, para aprendizagens sociais importantes.

Na minha opinião, e se pretendemos promover um ensino centrado na criança, tendo em conta o seu desenvolvimento holístico, a abordagem destas competências não cognitivas ou socioemocionais é de suma importância, pois estas terão certamente impacto na sua vida futura.

Obrigada pela partilha!

Lara Paiva disse...


Comentário ao trabalho de um colega.
Analisei o trabalho da Diana Lisboa (Storybird O anão Paquito) é uma história muito engraçada e com uma ilustração muito interessante Cumpre o objetivo pedido para este módulo. Parabéns colega!
Lara Paiva

Jessica Barros disse...

Olá boa tarde, o trabalho realizado por Filomena Menezes e Jessica Barros está disponível no link:

http://www.powtoon.com/presentoons/fp7FKlxfxKp/restore/

Cumprimentos.

MOOC INCTEC disse...

Caras Jessica e Filomena,

Confirmem o URL do V/ Powtoon, não parece estar a abrir.

Nuno Correia disse...

No meu dia a dia faço uma utilização efetiva de recursos educativos abertos, quer na preparação das aulas, quer na explanação de determinados conteúdos, onde uso materiais disponibilizados online.
Neste século tem vindo a proliferar a produção de software livre, que vai sendo melhorado nas suas novas versões por sugestão dos próprios utilizadores. A utilização de vários aplicativos e programas online tem permitido colocar de lado as pesadas instalações que tornavam os computadores muito lentos.
A liberdade de acesso à informação cria novos caminhos para o conhecimento, permitindo que todos possam aprender e partilhar o seu conhecimento de forma rápida, livre e gratuita (em alguns casos). Os repositórios são, por vezes, verdadeiras bibliotecas de recursos de qualidade elevada que podem ser acedidos de forma fácil em casa, no local de trabalho ou noutro local qualquer. A alteração do espaço físico no acesso à informação possibilita uma aprendizagem mais cómoda, efetiva e eficaz.

Margarida Moura disse...

o trabalho realizado encontra-se em :http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=91588&page=1


O título do trabalho : O Pêssego

Maria Prazeres Casanova disse...

Boa noite!
De todos os trabalhos que visitei, gostei e achei útil: O Pêssego.
Acho o livro muito interessante. Apresenta um conjunto de recursos diversificado sobre o pêssego. Este recurso poderá ser utilizado para a aprendizagem de alunos do ensino "regular", mas também do ensino especial. A linguagem é clara, simples e acessível a alunos do 1.º ciclo mas também do ensino especial. A autora teve a preocupação de inserir linguagem adaptada a diversos públicos (por ex. linguagem gestual).

Nuno Correia disse...

Trabalho a comentar: Teoria das Inteligências Múltiplas (http://www.powtoon.com/p/ee9qnKeQucA/) de Maria Fernanda. Este trabalho refere-se ao módulo III.
O trabalho foi elaborado utilizando o PowToon de forma simples e bastante fácil de compreender.
Houve a preocupação em apresentar um layout atrativo e bastante agradável que não satura quem o visualiza.
As ideias estão claramente expressas em esquemas e facilmente compreensíveis.
A abordagem efetuada ao tema é bastante clara e resumida.

paulacris disse...

Boa noite,


Dos REA, tenho utilizado os da RCAAP, a b-On, mas sobretudo os da SCIELO por constituirem poderosos repositórios científicos de estudo e revisão que utilizo sempre que faço formação ou atualização de conteúdos que exigem pesquisa.
Por outro lado, também desde 2009/2010 que iniciei diversas formações em cursos online, embora fechados, pelo Instituto Camões e pela Universidade Aberta, por exemplo, com a finalidade do desenvolvimento profissional por considerar que um profissional de ensino deva manter-se atualizado em inúmeras áreas e não apenas nas componentes científicas.
Foi no âmbito da oficina online "Materiais Interativos para Português L2 na web 2.0" que contactei com as ferramentas da web 2.0 e a imensidão de software aberto que me permitiu aprender a construir blogues, wikis, sites, e usar o scribd e o slideshare como plataformas de partilha de documentos, bem como outras ferramentas como a drive como repositório dos meus docs online, mas sobretudo como forma de escrita colaborativa entre docentes no âmbito de grupos de trabalho, mas também com os alunos.
Outros formatos como o jornal/diário Penzu, O Zunal para as webquests, os ebooks no formato Calaméo e na storybird são recorrentes nas minhas práticas. Por isso, em 2011, já havia ensaiado a escrita colaborativa com os meus alunos usando o formato storybird, em que foi possível criar outros desfechos a partir da narrativa de Shel Silverstein. Também contactei e criei exercícios usando software livre para moblie learning usando o MobileStudy (vide aqui os meus criados outrora: http://mobilestudy.org/u/1530/), poderosa ferramenta que permite criar quizzes para dispositivos móveis assegurando assim outras formas de estudo mais interativas e atrativas aos novos alunos da geração polegar.
Por isso, saliento o enorme potencial quer dos recursos abertos que permitem aceder ao conhecimento, possibilitando a edição e partilha, como da emergência de cursos e formações online, quer nos formatos MOOC quer noutros cursos online fechados nas plataformas moodle, cada vez de maior qualidade, abrangendo inúmeras áreas de grande interesse para a docência. Reforço, na esteira da Declaração REA de Paris de 2012,que é necessário mais sensibilização para o uso dos REA, bem como o apoio no desenvolvimento de competências para a produção, no seio das escolas, de materiais didáticos de qualidade certificados pelos REA.

Bom trabalho,
Paula

edgapoe disse...

Estivemos todos durante semanas envolvidos em leituras e construção de ferramentas para no final desta frequência continuarmos a aprender e testar ferramentas.
Recursos educativos (abertos) para todas as necessidades e objetivos.
Se há algo que aprendi é que devemos todos sair da nossa salinha e trabalhar "nationwide".

Boa sorte a todos e até breve.

Elisabete Pinheiro disse...


bom dia:
Podem verificar se já conseguem ver o meu trabalho por favor???

o link:
http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92192&page=1

Elisabete Pinheiro disse...

bom dia,

nâo consigo atribuir uma licença da Creative Commons no meu trabalho, será que me podem ajudar???

link: http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92192&page=1

beta

MOOC INCTEC disse...

Cara Elisabete,

O seu trabalho no Book Builder já está visível.
Deverá atribuir a licença usando o URL:http://creativecommons.org/choose/
Veja o tutorial: https://www.youtube.com/watch?v=lW1a5ZyRKdM

Sérgio Machado disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sérgio Machado disse...

Na minha vida pessoal e profissional tenho tentado utilizar, sempre que necessário, software livre pois, muitas vezes, este alia a facilidade de utilização, e de adaptação ao conteúdo pretendido com uma plataforma atrativa para as crianças. Neste sentido, já utilizei o JClic para elaboração de exercícios práticos e de revisão em várias áreas letivas. Também utilizo frequentemente o Tux (Tux Paint, Tux Typing, Tux Math) como ferramentas de aplicação ao nível do português e da matemática, o Gcompris, etc.
Nos últimos anos, tenho dinamizado um Blog para publicação das atividades desenvolvidas com os alunos dando assim uma maior visibilidade às mesmas, permitindo igualmente, que os pais e outros familiares tomem conhecimento do trabalho desenvolvido na escola.
Sendo as TIC uma ferramenta essencial nos dias de hoje e a sua utilização quase obrigatória, a utilização de software livre é uma boa opção para o dia-a-dia.

Susan Martins disse...

Olá a todos!
O meu primeiro contato com os recursos educativos abertos foi como estudante, quando realizei a pós-graduação em educação especial, através da plataforma moodle e também um ou outro recurso que tivemos conhecimento numa disciplina relativa às tecnologias de informação e comunicação.
No entanto, foi mais recentemente através de uma ação de formação “Conhecimento distribuído com a Web 2.0” que percebi que tenho à minha disposição uma enorme e variada quantidade de recursos educativos abertos muito uteis para a minha atividade profissional. A formação referida tal como a presente formação MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias 2014 permitem-me de uma forma diferente e nova adquirir diversas aprendizagens através de uma modalidade de formação, em que os conteúdos são transmitidos à distância.
Enquanto professora já utilizei alguns recursos e ferramentas, como a realização de voicethread, recurso ao youtube para trabalhar com os meus alunos, criação de um formulário “Avaliação Especializada – Perfil do Aluno” para utilizar na avaliação compreensiva de um aluno nas diferentes áreas, com o objetivo de traçar o perfil do mesmo para posterior intervenção. Este formulário está a ser-me bastante útil nas avaliações de alunos que são referenciados à Educação Especial. Também construí um blogue sobre Trissomia 21 (espaço de informação, partilha e discussão), um site intitulado “Praia sem barreiras” apresentando as praias portuguesas que têm acessibilidade, notícias, artigos e um conjunto de atividades paradesportivas de praia (handbike, volei, futebol, piscina, frescobol, mergulho, canoagem e surf adaptado) que podem ser praticadas por pessoas portadoras de deficiência motora, entre outras ferramentas…
Atualmente através do MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias 2014, tenho vindo a alargar ainda mais os meus conhecimentos nesta área das tecnologias, descobrindo novos recursos, construindo novas ferramentas de trabalho, para além de ter o privilégio de estar em contato e constante partilha com pessoas de diferentes partes do mundo que estão a realizar este mesmo curso online ao mesmo tempo que eu.

Blogue Cívico disse...

No âmbito do meu curso de especialização em Educação Especial, debrucei-me acerca do tema A emergência de recursos educativos digitais e a mudança de práticas educativas de professores de alunos com necessidades educativas especiais na área da linguagem. Vou partilhar convosco um dos aspetos mais interessantes da minha pesquisa: o perfil de competências em TIC dos professores inquiridos (124 de vários níveis de ensino e de diversas áreas curriculares).
Constatei que 66% dos elementos da amostra tem formação na área das TIC e 15% tem formação na área das TIC aplicadas ao ensino de alunos com NEE.
A primeira abordagem a RED por parte dos mesmos foi feita em contextos muito díspares, havendo, contudo três contextos preferenciais: 37 professores, 30% da amostra, contactou com RED pela primeira vez durante ações de formação na área das TIC; 38 professores, 31% da amostra, em ações de formação com autores de manuais e outros materiais didáticos; e outros 38 professores, 31% da amostra, em interação com colegas de trabalho. A maioria dos inquiridos usa RED há mais de 5 anos e 95% da amostra assume ter competências satisfatórias, boas ou excelentes em TIC. Por outro lado, 92% da amostra recorre a RED para fins de suporte ao processo de ensino-aprendizagem.
Quando auscultados acerca dos RED que conhecem, verificamos que os docentes estão familiarizados com ferramentas diversas. Identificados por mais de 70% e em alguns casos por mais de 90% dos inquiridos temos os jogos educativos, os vídeos educativos, os exercícios interativos, os blogues, as páginas Web (dicionários online; enciclopédia eletrónica, como Infopedia, Wikipédia, …),as apresentações multimédia e as plataformas educativas (por exemplo, Escola Virtual, Moodle,..).
Quanto à frequência de utilização de RED em contexto de sala de aula para dinamizar atividades com as turmas do ensino regular, confirmou-se que estas ferramentas têm uma presença significativa. Assim, verificamos que os jogos educativos são utilizados às vezes por 54% dos professores inquiridos; os vídeos educativos têm uma presença forte em contexto de sala de aula, sendo usados às vezes por 48% dos professores da amostra e frequentemente por 41%; os exercícios interativos são RED utilizado às vezes ou frequentemente por 80% dos inquiridos; as páginas Web têm presença nas práticas letivas de 39% dos inquiridos às vezes e de 38% frequentemente; as apresentações multimédia são recurso às vezes para 24% dos inquiridos, frequentemente por 45% e sempre por 14%, o que denota forte presença em sala de aula; as plataformas educativas também são familiares pois 44% dos professores inquiridos usa-as às vezes e 27% frequentemente.
Quanto aos ambientes de autor usados para criar e/ou utilizar RED para alunos do ensino regular, verificou-se que o recurso ao Hotpotatoes para criação ou utilização em sala de aula se destaca claramente de entre os ambientes de autor mais utilizados - 60% da amostra. Inferencialmente, podemos dizer que há desconhecimento claro da maioria dos ambientes de autor apontados.
Assim, verificamos que as práticas letivas dos professores inquiridos com turmas do ensino regular contam com os RED como ferramenta importante. No fundo, o professor mostra ter acesso a informação técnica para integrar esses recursos na sua prática diária; denota ter conhecimento extenso em TIC, de forma a escolher recursos educativos diversificados; parece que compreende a forma como pode integrar as TIC nas aulas e, eventualmente, como desenvolver novos métodos, de forma a alcançar um nível mais avançado de integração, assim como de conhecimento e de experiência no domínio da didática da disciplina que leciona.

Continuação de bons trabalhos.

Benedita Carneiro

Mostrando o que faço... disse...

Boa tarde a todos.

Deixo aqui o link para a visualização da minha atividade individual. Selecionei o programa Powtoon.

http://www.powtoon.com/p/gbhNQhUs35d/

Carla Silva disse...

Boa tarde

Os recursos educacionais abertos proporcionam uma educação para todos! Ajudam o professor o aluno e os próprios encarregados de educação, possibilitando o acesso a conteúdos que podem ajudar a melhorar o sucesso escolar.
Os cursos online também facilitam a vida dos formandos pois poupam tempo e dinheiro, duas coias escassas hoje em dia.
Aproveito ainda para deixar o link do meu trabalho de grupo

http://carlaramooc.blogspot.pt/p/modulo-4.html

Carla Silva disse...

Boa tarde
Comentário ao trabalho de um colega. Analisei alguns trabalhos dos colegas e acho que aparecerem apresentações muito engraçadas e mais importante que isso muito úteis. Gostaria no entanto de salientar o trabalho da Margarida Moura que construiu um recurso educativo que até pode ser utilizado em contexto de sala de aula. Penso que cumpre plenamente o objetivo pedido para este módulo. Parabéns colega!

Já agora o um trabalho de grupo pode ser visualizado em http://carlaramooc.blogspot.pt/p/modulo-4.html

Ana Paula Ferreira disse...

Boa tarde!
O MOOC Inctect 2014 é o primeiro curso online aberto em que participo. São valiosas as indicações dadas sobre repositórios de recursos educativos abertos e sobre a importância das Licenças Creative Commons.
No meu percurso profissional costumo usar recursos educativos digitais disponíveis no site Portal das Escolas.
Porque fiz uma formação para quadros interativos promovida pela Promethean, também tive acesso aos recursos educativos que estão acessíveis no site.
Pela primeira vez utilizei a ferramenta Storybird para fazer um recurso educativo aberto, está muito simples por excesso de trabalho nesta época do ano, tem o seguinte link:

http://storybird.com/books/emocoes/?token=s56smq6zfv

Continuação de bom trabalho

Natalina Martins disse...


Boa tarde!
Relativamente à discussão, tomei conhecimento dos recursos educativos abertos acessíveis, no primeiro Curso que frequentei online integrado no projeto europeu SENnet (2012 - 2014) com o módulo Recursos Educativos Abertos Acessíveis, foi um curso extremamente importante pelo facto de me ajudar a conhecer os recursos e poder começar a aplica-los nas atividades curriculares e na prática pedagógica diária.
Aderi com grande motivação e curiosidade mais uma vez, pois sabia que ia ser mais uma grande experiência por voltar a explorar e a conhecer melhor os novos recursos educativos abertos. Considero esta experiência uma grande mais valia em termos de resposta para os alunos que acompanho.
Atualmente, assistem-se a profundas transformações tecnológicas e culturais a nível mundial, a escola, no sentido lato, tem necessidade de se renovar e acompanhar as mudanças que ocorrem, adaptando-se às necessidades e anseios de uma sociedade cada vez mais exigente e ambiciosa. Tendo em conta toda esta conjuntura é necessário refletir sobre o papel dos diferentes meios de comunicação na educação, ou seja o papel dos diferentes recursos multimédia disponíveis.
Estas ferramentas são, cada vez mais úteis quer no processo de ensino-aprendizagem quer no desenvolvimento de competências a nível global.
Deixo o link do meu trabalho individual:

https://voicethread.com/?#u4226444.b5791271.i29659610


Comentário ao trabalho de outro formando deste MOOC:
Analisei o trabalho da Paula Sousa sobre Discalculia com recurso ao Storybird. Está um trabalho atraente e sucinto, torna-se no entanto bastante apelativo com recurso às ilustrações em vários estilos. Na minha opinião o Storybird é mais uma ferramenta online interessante, para criar pequenos livros virtuais e histórias colaborativas.

Saudações cordiais

Natalina Martins

ISiSa disse...

Num mundo cada vez mais global, a educação aberta permite ultrapassar as barreiras da educação tradicional e abranger um número cada vez maior de alunos isto porque:
• Permite uma maior acessibilidade, liberdade e flexibilidade;
• O processo ensino-aprendizagem adapta-se ao ritmo e à rotina diária do aluno;
• Utiliza práticas pedagógicas que têm como foco o próprio aluno;
• É Gratuito.
Tudo isso facilita acesso a novos conhecimentos e melhoria das suas competências.
Para além deste curso, que me tem permitido aprender muito e ter acesso a várias ferramentas antes desconhecidas, no âmbito da minha actividade profissional tive a oportunidade de participar em alguns cursos livres, relacionados com as necessidades educativas especiais. Um desses cursos foi sobre o tema “Atendimento Educacional Especializado”, a partir do Brasil. Sem dúvida que esses cursos constituíram uma mais-valia, permitindo melhorar e aperfeiçoar o meu trabalho junto desses alunos.

Filomena Menezes disse...

Voltamos a submeter o trabalho elaborado por nós (Jessica Barros e Filomena Menezes). Esperamos que já esteja disponível.. Não sabemos o que se passou. Qualquer assunto estamos ao dispor

http://www.powtoon.com/p/fp7FKlxfxKp/

Filomena Menezes disse...

As REAA são uma riqueza para o docente da atualidade. O ensino mudou e a preocupação com a inclusão e com o domínio das novas tecnologias faz com que se deseje encontrar recursos que estejam acessíveis a todos. Mas só agora com este MOOC tomo conhecimento de algumas “regras” e apercebo-me da dimensão destes recursos: correm mundo e são uma dádiva. Só com este curso me apercebi que também posso criar “recursos interessantes”. Até agora pensava que teria que dominar muitas ferramentas que eu atribuía aos engenheiros informáticos e a outros técnicos, agora sei que eles podem ajudar, quando se tratem de aplicações, mas eu posso colocar à disposição de outros os meus materiais. A dificuldade com as diversas aplicações são, muitas vezes, o impeditivo de partilharmos com outros, os temas do meu interesse, mas encontramos muitos “trabalhos” de colegas, que demonstram criatividade, conhecimentos e preocupações de acessibilidades com os outros.
“Espreitei” alguns trabalhos efetuados por colegas deste curso e que já estão disponíveis e gostei sobremaneira do “storyboard” da colega Patrícia Baeta. Adorei o tema e a pertinência da sensibilização para o Emocional.
Eu, só neste curso é que aceitei o desafio de utilizar ferramentas como o prezi, o powtoon, o webquest, o piktochart,…logo, posso dizer que foi um desafio educativo porque me fez ir mais além. São estas oportunidades que devem ser oferecidas aos docentes (e às outras profissões) porque alargando, muitas vezes, sensibiliza-se e faz-se ir mais além, tornando possível que determinados conteúdos cheguem a pessoas com necessidades educativas especiais, ou outras.

MOOC INCTEC disse...

Cara Natalina,

Pode verificar se o seu Voicethread está público?

José Fernando Rodrigues disse...

1/4
Reflexão sobre a questão orientadora deste debate
Desde os anos noventa sou um utilizador diário, posso dizê-lo assim, da informática e das tecnologias da informação e comunicação. Os progressos da internet e as ferramentas que por lá vão surgindo, evoluindo e disseminando-se por aí, alteraram decisivamente as nossas práticas como utilizadores destes recursos. Recordo-me com nostalgia dos computadores com memórias RAM que se mediam em k bites ou dos primeiros modems que se ligavam à internet por linha telefónica fazendo uma chinfrineira horrível até se conectarem. Todos nós percebemos, no imediato, as potencialidades do email ou dos chats de conversação. Mas as coisas mudaram muito e a nossa experiência tornou-se avassaladora. Todas as profissões e setores de atividade adotaram a internet como uma parceira poderosa e a educação não poderia ser diferente. Os nossos alunos absorvem o conhecimento daquilo que lhes interessa de uma forma prática e rápida e os recursos disponíveis para a educação na internet são apelativos e intuitivos. Cabe-nos a nós sabelos utilizar na altura certa e torná-los parceiros dos nossos conteúdos e matérias que temos de ensinar.

José Fernando Rodrigues disse...

2/4
Centrando agora a atenção na minha experiência como utilizador, posso referir que já encontrei e utilizei alguns recursos educativos abertos especialmente nos últimos anos. Já alguns colegas falaram aqui do RCAAP onde já também por lá andei e recorro quando necessito. Lembro também a existência de enumeras bibliotecas e arquivos online que guardam obras que já “caíram” no domínio público, ou wikis que são ferramentas colaborativas igualmente abertas. Mas confesso humildemente que o meu conhecimento sobre recursos educativos livres online é ainda escaço e não chega a cinco por cento daqueles que foram referidos neste módulo quatro. É impressionante a quantidade de recursos e soluções que temos à nossa disposição, contudo deixo aqui um lamento para o facto dos recursos em língua portuguesa ainda serem uma minoria se comparados com os produzidos em inglês. Mas, se calhar a falha é minha pois terei de apostar muito mais no inglês como segunda língua e idioma universalmente aceite.

José Fernando Rodrigues disse...

3/4
Na questão do software livre a minha experiência já é um pouco mais ampla. Há alguns anos recorro a estas soluções principalmente por questões económicas pois os programas patenteados com licenças fechadas são caros. Existe uma panóplia de software open source que abrange todas as áreas das nossas necessidades. Utilizo antivírus, gestores de email, navegadores de internet, leitores de música e vídeo, gravadores de áudio, ferramentas de manutenção e limpeza do sistema operativo, … enfim, um conjunto grande de software gratuito, de código aberto e com atualizações bastante frequentes. Ultimamente tenho optado até por versões portáteis destes programas, sempre que possível, pois são mais leves, não congestionam os computadores, não deixam vestígios no registo e estão sempre prontas para serem levadas para toda a parte num simples disco externo. Este tipo de software gratuito tem muito potencial no futuro pois resolve todas as necessidades de um utilizador comum e como é de código aberto, em muitos casos, recebe os contributos diretamente da comunidade de utilizadores para os seus desenvolvedores. Uma palavra especial para um sistema operativo gratuito que tem cada vez mais adeptos e substitui o Windows sem muitas perdas para o utilizador. Falo-vos do Linux que tem muitas distribuições livres vocacionadas para diferentes áreas profissionais e sociais. Existe mesmo uma distribuição Linux para a educação. Pelo que já pude observar é um sistema operativo bem completo, com todos os recursos necessários para uma utilização normal, mais leve do que o Windows e completamente seguro pois pelo facto de não estar ainda massificado não são produzidos vírus nem ataques para ele. Atrevo-me mesmo a dizer que O Linux não necessita de antivírus. O mundo do software livre vai continuar a crescer porque se mantem através de donativos ou de publicidade e evolui mais rapidamente do que o outro tipo de software que só se atualiza quando interessa às empresas devido a estratégias de marketing ou motivações económicas. Estou em crer que as grandes marcas de software terão todo o interesse em produzir, num futuro próximo, versões gratuitas dos seus produtos pagos, naturalmente sem tantas funcionalidades mas com as essenciais, para se manterem no mercado e sobreviverem. Mesmo que não seja de código aberto, só pelo facto de ser gratuito e sem períodos de experiência este tipo de software tem cada vez mais adeptos porque mantem a qualidade a custo zero.
Pelo que escrevi no parágrafo anterior, tenho muitas dificuldades em entender porque o Estado português, as autarquias ou as escolas gastam milhões em licenças quando poderiam ter muito software a custo zero. Há dias li uma notícia que me deixou a pensar a propósito destes assuntos e do fim do suporte técnico para o Windows XP. O governo chinês está a desenvolver uma distribuição Linux própria para a administração pública pois não quis migrar para o Windows 8.

José Fernando Rodrigues disse...

4/4
No que concerne aos cursos online abertos a minha experiência é muito incipiente. Na verdade este MOOC é o primeiro curso online aberto que frequento mas não é o primeiro curso online onde participo, isto é, já frequentei várias oficinas que tinham uma componente online e outra presencial e participei mesmo um curso online da Universidade Aberta por e learning onde apenas fazíamos algumas provas e exames de forma presencial. Nestas modalidades que referi utilizei a plataforma Moodle – que aliás continuo a utilizar na minha escola e por isso conheço bem – que também tem muito potencial na educação mas já foi mais famosa pois a internet tem este problema que é ótimo para o utilizador se o souber capitalizar: uma concorrência voraz onde uma ferramenta nasce no silêncio, torna-se viral durante uns tempos e depois desaparece tal como nasceu para dar lugar a outras. Os MOOC não são apenas uma ferramenta na internet, são todo um conceito inovador na área da educação e da formação. Numa época em que, especialmente os professores, não temos tempo para frequentar cursos presenciais nem dinheiro para os pagar, os MOOC são uma solução interessante, igualmente credível e muito prática pois os formandos trabalham ao seu ritmo e obtêm também uma certificação, se assim o entenderem, pois isso também é importante na carreira docente. Estas formas assíncronas de aprendizagem não limitam a partilha nem o trabalho colaborativo e ainda nos permitem conhecer colegas de diferentes regiões e nacionalidades, as suas experiências e vivências. Continuarei atento aos MOOC e garantidamente frequentarei novos cursos.

Filomena Menezes disse...

Olá,
Reparei que colocaram o nosso Powtoon, relativo ao módulo 4, nas atividades do módulo III. Já lá estava a nossa atividade em wEBQUEST sobre a temática desse módulo. As atividades são sempre elaboradas pela Jessica Barros e Filomena Menezes. Atentamente

Filomena Menezes disse...

Olá,
Reparei que colocaram o nosso Powtoon, relativo ao módulo 4, nas atividades do módulo III. Já lá estava a nossa atividade em wEBQUEST sobre a temática desse módulo. As atividades são sempre elaboradas pela Jessica Barros e Filomena Menezes. Atentamente

Lili Rebelo disse...

Atualmente os recursos educativos abertos são uma mais-valia para proporcionar uma aprendizagem mais dinâmica, interativa e consequentemente mais motivadora e menos monótona.

Na minha prática letiva, sempre que me é possível, utilizo a plataforma moodle.
O professor pode utilizar a plataforma moodle como um prolongamento das aulas, um livro e até um dossiê. O docente pode carregar as suas ferramentas/ aulas, utiliza-las nas turmas e disponibiliza-las aos alunos para que estes, futuramente, tenham acesso ao conteúdo abordado.
Solicitar trabalhos pela plataforma e fazer testes torna-se motivador e desafiante para os alunos e permite que o professor veja, cuidadosamente, o trabalho de cada aluno.

teresa forTIC disse...

Na minha prática docente tenho usado diversos recursos educativos/software livre, como é o caso do Jclic (ferramenta de apoio na construção de recursos e materiais pedagógicos); do GCompris (software útil na estimulação das competências essenciais na área das TIC, que incidem sobretudo no correto manuseamento do teclado e do rato por parte dos alunos); do Arasaac (conjunto de símbolos fundamental para a produção de materiais adequados à comunicação alternativa e/ou aumentativa); do TUX (software recheado de atividades e jogos diversos, que ajudam à aquisição e/ou desenvolvimento de competências nas áreas da leitura e escrita, do cálculo matemático e da pintura).
Além disto, dinamizo (conjuntamente com o colega com quem trabalho diariamente) um blog (http://especialmente8.blogspot.pt/) como meio de partilha dos diversos trabalhos e projetos que vão sendo desenvolvidos com os alunos.

Jéssica Viana disse...

Ao longo desta formação conheci diversas ferramentas/recursos on-line que não me eram familiares, o que me enriqueceu a nivel pessoal e profissional.
Esta foi a minha primeira experiência em MOOC, mas considero que esta foi bastante positiva. E, por isso pretendo frequentar outras formações no sentido de me atualizar.

Mundo das TI - Liliana Paiva disse...

a escola de hoje tem que investir em recursos didáticos abertos, acessíveis e diferenciados que levem o aluno a interagir com o conhecimento num processo de construção e reconstrução permanente.
A minha reflexão final em:
http://mundodasti.blogspot.pt/p/avaliacao.html

Mostrando o que faço... disse...

Após ter explorado os recursos disponibilizados no presente módulo, fiquei particularmente interessada no programa Powtoon, sobre o qual teço este comentário.
Explorei diferentes recursos, contudo aquele que mais me suscitou a atenção foi o Powtoon, por ser apelativo, graficamente agradável e com um conjunto de particularidades que o assemelham, e distinguem, do Powerpoint.
O Powtoon apresenta inúmeras potencialidades, não só do ponto de vista do aluno como também do ponto de vista do professor. A mim, enquanto professora, proporciona a oportunidade de produzir recursos educativos atrativos, agradáveis e motivantes, em parte graças às inúmeras possibilidades gráficas – estruturas globais, animações, transições, manipulação de imagens e textos, gestão da duração e dos efeitos…
Acho inclusivamente que esta ferramenta pode ser utilizada em diferentes momentos de aprendizagem – antecipação, apresentação de conteúdos, sistematização. Pode também ser utilizada em diferentes disciplinas ou áreas curriculares, assim como visando múltiplos objetivos.
O Powtoon apresenta potencialidades e opções ilimitadas, tendo sido esta a principal razão para ter optado por explorar esta ferramenta na atividade individual deste módulo. Sendo professora de Educação Especial, poderia ter enveredado pela criação de um recurso educativo dirigido a alunos com Necessidades Educativas Especiais, contudo optei por construir um recurso destinado a pais e professores, um pequeno guia sobre Dislexia, uma das problemáticas mais frequentes nos alunos que constituem meu público-alvo.
Para além da construção deste recurso, cujo link disponibilizo para consulta do mesmo, tendo dedicado diversas sessões de Educação Especial do meu horário semanal à exploração do Powtoon com os alunos que acompanho.
Tenho explorado as inúmeras potencialidades desta ferramenta e incentivado os alunos a recorrerem a esta como uma forma diferente e apelativa de apresentar trabalhos escolares, “fugindo” ao uso quase exclusivo do Powerpoint. Tenho obtido um feedback bastante positivo que me faz acreditar que vale sempre a pena abrirmos os nossos horizontes a novas estratégias, novas ferramentas e novos materiais.
Deste o início deste MOOC que tento mobilizar para a minha prática profissional os conhecimentos que vou adquirindo. Tem sido muito enriquecedor, não só por tudo aquilo que aprendo, como também pela possibilidade de explorar as diferentes ferramentas na minha prática profissional.

Natalina Martins disse...

https://voicethread.com/?#u4226444.b5791271.i29659610
Doutora Ida Brandão

Através do meu blogue consigo aceder, não sei se efetivamente está público. O que devo fazer?
Atenciosamente
Natalina Martins

Joana Teixeira disse...

Boa tarde, não tenho muito conhecimento de Recursos Educativos Abertos Acessíveis (e vim a adquirir esse conhecimento maioritariamente através deste MOOC), mas o que mais conheço e utilizo é o Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP, http://www.rcaap.pt/), para fazer pesquisas científicas na área de psicologia. Durante o meu período académico foi-me bastante útil para pesquisar artigos científicos e dissertações com base à realização de trabalhos para as várias disciplinas. Na minha opinião, os recursos educativos abertos são de grande utilidade e contribuem para a instrução e educação de todos nós. Cada vez mais é importante haver um partilha de conhecimentos a que todos têm acesso, para o crescimento e desenvolvimento do Homem.
É necessário haver uma partilha da sabedoria de cada um para haver uma maior instrução e conhecimentos das áreas de interesse de cada um!
Quanto à experiência da realização deste MOOC foi, sem dúvida, muito boa, na medida em que adquirir bastantes conhecimentos sobre as tecnologias que podem estar a disposição de alunos NEE e sobre recursos educativos abertos acessíveis. Nunca tinha realizado um MOOC, mas gostei muito e estou disponível para novas oportunidades sobre outros temas.

paulacris disse...

Boa tarde,

É indiscutível a proliferação e importância dos cursos MOOC e a reflexão e pertinência deve centrar-se no modo como esta modalidade possibilita mais formação, educação e cultura nos tempos vindouros, no modo como alunos/formandos aprendem mais eficazmente paralelamente ao ensino formal.
Qualquer pessoa pode, em qualquer universidade do mundo, escolher uma infinitude de áreas de estudo que se querem sempre em permanente atualização, acedendo por exemplo aos cursos:

Coursera:https://www.coursera.org/
NovoEd:https://novoed.com/
Stanford University:http://online.stanford.edu/

Ou ao agregador: http://www.mooc-list.com/


Cumprimentos,
Paula

Bárbara Ferreira disse...

Nesta formação foi me dado a conhecer um conjunto de recursos que me poderão vir a ser úteis no futuro para criação de actividades. Reconheço que não estava tão familiarizada com a temática, como pensava estar no início da formação.
Estes permitem a criação de recursos apelativos para para o público alvo da minha intervenção, para além de que nos "libertam" um pouco. Permitindo que nos preocupemos com aspectos mais relevantes da intervenção, para além da preparação de material.
Esta foi a minha primeira experiência numa formação com este formato, tendo sido uma experiência bastante enriquecedora que espero voltar a repetir no futuro.

Natalina Martins disse...

Doutora Ida Brandão,

Apenas se consegue abrir o link utilizando o Google chrome não sei a razão para não funcionar no internet explorer pois no Google chrome funciona perfeitamente.

Atentamente

Natalina Martins

Isabel Claro Fonseca disse...

Com este módulo e depois de ter explorado alguns recursos educativos fico entusiasmada e com curiosidade de aprender mais.É claro que para se poder criar ou utilizar recursos é necessário muitas horas despendidas para a sua elaboração e explanação. O recurso que criei já o testei com os meus alunos durante esta semana e até vai ser utilizado por um deles para desenvolver a sua atividade na formação em contexto de trabalho do curso profissional técnico de apoio à Infância.

Isabel Claro Fonseca disse...


Os Recursos Educativos Abertos (REA) têm sido utilizados um pouco por todo o mundo, por Instituições de Ensino Superior, no sentido de abrir o conhecimento a todos que dele necessitam e, muitas vezes, desenvolvendo-se num objectivo de nivelador social. A sua produção assume-se como um procedimento normal por parte dos docentes visando envolver também os alunos, de forma a transformar uma determinada realidade do processo de ensino-aprendizagem numa outra com o objectivo da inclusão. A utilização de materiais pedagógicos digitais livres fornece ao professor a possibilidade de adaptação desses objetos aos mais diversos contextos de aprendizagem conforme os níveis, estilos e necessidades específicas dos alunos. A adopção dos REA, intimamente associada e decorrente do Movimento do Acesso Aberto (AA), no processo de ensino-aprendizagem permite estabelecer uma metodologia diferente, inovadora e tecnologicamente atual, potenciadora do uso das novas tecnologias de informação e comunicação (TIC)







http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/445

Ana Paula Carlos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Paula Carlos disse...

Esta modalidade de formação foi uma estreia para mim. Nesse sentido é justo sublinhar o feedback que os professores formadores foram dando ao longo destas semanas e que constituiu um elemento fortemente motivador para que os formandos se mantivessem participativos e dinâmicos.
Os recursos disponibilizados ao longo do curso revelaram-se extremamente úteis e, salvo raras exceções, constituíram uma absoluta novidade para mim. Os desafios sucediam-se e tornavam-se cada vez mais estimulantes. Os Recursos Educativos Abertos Acessíveis que conheci fizeram-me duvidar de um futuro sem eles e nesse sentido sinto-me grata pela oportunidade desta experiência.
Este MOOC foi, sem dúvida, muito importante no âmbito da formação que se impõe sobre as NEE e sobre as potencialidades dos recursos educativos abertos acessíveis.
Pessoalmente, considero ter sido uma experiência geradora de importantes aprendizagens e não fossem alguns problemas que me dificultaram o envolvimento no último módulo, poderia dizer que estou satisfeita com a minha participação e com a minha evolução. Não obstante, considero que nos debruçámos de forma interessante sobre todas as temáticas pelo que se gerou uma aprendizagem colaborativa imensamente interessante.

Aos professores e a todos os colegas, o meu obrigada por tudo o que me ensinaram e me ajudaram a aprender...

Um grande bem haja a todos!

Ana Carlos

deixo aqui o link solicitado a propósito daavaliação.
http://anacarlos-eportefolio-moocinctec14.blogspot.pt/p/avaliacao.html

Fatima Cunha disse...

Relativamente à questão de discussão, utilizei recursos educativos abertos enquanto estudante, durante a realização da licenciatura para trabalhos académicos e realização da tese de mestrado para pesquisas científicas em reportórios abertos das universidades.
A nível de cursos abertos como o Mooc, esta é a minha primeira experiência. Confesso que ainda estou muito habituada aos cursos lecionados presencialmente, mas fiquei bastante surpreendida pela positiva com a qualidade dos conteúdos e a partilha entre os participantes que considero muito rica.
Considero os recursos educativos abertos muito úteis no processo de ensino-aprendizagem e no desenvolvimento de competências gerais. Estes recursos podem, sem dúvida, ser um passo muito importante para ultrapassar as barreiras do ensino tradicional expositivo. Para além disso, podem ser determinantes do sucesso escolar de alunos NEE.

Lili Rebelo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lili Rebelo disse...

Comentário ao trabalho de um colega:

Após verificar não todos, obviamente, mas alguns dos trabalhos aqui apresentados, não desfazendo de todos os outros (todos seriam bons de comentar), destaco o trabalho da colega Margarida Moura que pode ser visualizado em: http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=91588&page=1. Sendo eu professora do grupo 230, considero o tema e o trabalho interessante.
Estamos perante um trabalho aberto e acessível, que havendo uma boa articulação, pode ser tratado por colegas de vários grupos disciplinares – interdisciplinaridade.
Parabéns pela escolha. Margarida.

José Almeida disse...

Boa tarde.
Enquanto estudante utilizei alguns recursos online, no entanto é a primeira vez que estou a frequentar um curso online aberto, e graças ao mesmo estou a conhecer e a ter contato com algumas ferramentas livres.
Durante este MOOC tenho utilizado estas ferramentas e tenho verificado que são uma mais valia para o trabalho a desenvolver com crianças com NEE, dado o seu potencial.
Espero no futuro vir a utilizar estas ferramentas com regularidade.

Cumprimentos.

Sónya disse...

Na minha prática letiva já utilizei alguns programas disponibilizados pelos Centros de Recursos TIC. Estes, têm ajudado os alunos a adquirirem conhecimentos de uma forma mais dinâmica. Alguns programas de treino cognitivo com conteúdos curriculares são excelentes para alunos que apresentam necessidades educativas especiais, especialmente no domínio motor.
Em relação aos cursos online abertos, este foi o meu primeiro e espero que não seja o último. Proporcionou-me rentabilizar o tempo de estudo, pesquisas e a elaboração de trabalhos nas horas diárias que mais me aprazem. Forneceu um sem fim de recursos, materiais e documentos, assim como, a oportunidade de conhecer e aprender a trabalhar em softwares livres.
Desconhecia a maior parte dos recursos educativos abertos e tenho intenção de passar a utilizar para a apresentação de conteúdos educativos inerentes ao processo de ensino-aprendizagem.
Considero que possuo algum potencial para as aprendizagens e utilização deste género de cursos e softwares livres, pelo que, desconhecendo os recursos abertos e mediante os tutoriais consegui fazer as apresentações dos trabalhos solicitados.

MOOC INCTEC disse...

Cara Natalina,

O URL típico para partilha do Voicethread será, por ex: voicethread.com/share/537535/

Veja no espaço de ajuda alguma informação.

Leonor Ferreira disse...

Boa noite,
Partilho com muitas das mensagens já proferidas pelos colegas. Na minha prática profissional tenho adaptado muito as minhas estratégias de intervenção recorrendo às novas tecnologias, através do uso do computador. O fato de existirem Recursos Educativos Abertos e Acessíveis proporciona são uma mais valia par a nossa prática. Considero que ainda há muito por fazer ao nível da partilha e do acesso a estas ferramentas mas estamos com certeza num caminho certo.
Bem hajam por ter tido oportunidade através desta formação puder ter acesso a muitas ferramentas que desconhecia e que em grande parte foi a 1ª vez que as manipulei.
Obrigada

Milkyway disse...

Comentário sobre o trabalho de Isabel Vilaça, que incide sobre o módulo II (Acessibilidade Web e Tecnologias de Apoio)- Vídeo sobre ARAWORD.
Achei muito interessante o software utilizado, com o exemplo criado pela colega. A colega demonstrou de forma objectiva e explícita (através do ditado de palavras) como esta ferramenta digital, que associa a cada palavra um pictograma , pode ser utilizada no quotidiano de um aluno com paralisia cerebral . Foi muito útil !
Teresa Leite

Janete Monteiro disse...

Devido ao fato de haver na escola onde trabalho um aluno com baixa visão matriculado no ensino médio e que necessita dos audio-livros para ter acesso aos conteúdos das diferentes disciplinas, foi providenciado o fornecimento dos mesmos com as respectivas editoras. Os materiais foram produzidos e disponibilizados em CDs nos formatos de PDF, DOC.x e Mecdaisy. Como software livre para leitura dos livros em Mecdaisy, utilizamos o Dorina Daisy Reader (DD reader) que foi desenvolvido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos para integração total com os arquivos nesse formato, produzidos em qualquer parte do mundo. Possui versões em português, inglês e espanhol e é similar ao easyreader.
Este software é de fácil instalação e oferece um infinidade de recursos, tais como:
• Tutorial incorporado ao aplicativo;
• Acesso a todos os comandos pelo teclado;
• Eco de comandos em voz sintetizada;
• Marcadores e anotações de usuário;
• Busca por palavras e expressões;
• Histórico de leitura de livros;
• Soletração de palavras do texto;
• Pronúncia correta de palavras em línguas estrangeiras;
• Pronúncia expandida das abreviaturas no texto;
• Ampliação do texto na tela;
• Notas de rodapé adicionais;
• Ajuste de preferências globais e por livro.
Os livros em formato digital, sobretudo em Dayse, são definitivamente ferramentas de importante valor para os alunos com baixa visão ou cegueira, visto que possuem um alto nível de acesso ao conhecimento e isenção de custo para a instalação do software.

José Manuel Amaral disse...

Aqui fica o link relativo ao trabalho do módulo 4. O tema está relacionado com a "Disgrafia e Disortografia" :

http://prezi.com/vepm7oej1igj/?utm_campaign=share&utm_medium=copy

Bom trabalho.

José Manuel Amaral

Milkyway disse...

Comentário sobre a temática deste módulo:
Os recursos educativos abertos são uma mais valia fundamental para se poder diversificar o apoio aos alunos com necessidades educativas especiais. O meu contacto com o software livre e recursos abertos surgiu neste curso e a experiência tem sido muito gratificante. Entre outros, recorri ao “portal das Escolas” - onde explorei os vários pictogramas. Achei muito interessante! Relativamente ao potencial destes recursos, penso que é enorme!
Teresa Leite

José Manuel Amaral disse...

Poderão visualizar igualmente o link através do meu e-portefólio localizado no seguinte blog:

http://joseamaraleducacaoespecial.blogspot.pt/2014/05/modulo-4-recursos-educativos-abertos.html

Bom trabalho

José Manuel Amaral

Ana Rodrigues disse...


Ao longo da minha experiência como estudante e como docente, tenho vindo a utilizar recursos educativos abertos. Estes são materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa apresentados em formato digital, que permanecem sob domínio público, ou estão licenciados de forma aberta, possibilitando que sejam empregados ou adaptados por terceiros.
A noção principal destes recursos educativos é que qualquer coisa que alguém publique pode ser aproveitada e adaptada por outras pessoas, desenvolvendo o saber de todos.

Como o exemplo do programa Storybird no qual pode-se produzir uma pequena história. Este programa permite o uso colaborativo; que a história seja ouvida; tanto a escrita como as imagens podem ser adaptadas ao utilizador quer ao nível do tamanho da letra, quer dos contrastes.

O uso de materiais pedagógicos digitais livres faculta ao professor a hipótese de adaptação destes materiais aos diferentes contextos de aprendizagem consoante os níveis, estilos e necessidades específicas dos alunos. A adaptação dos recursos educativos abertos no processo de ensino-aprendizagem possibilita determinar uma metodologia diferente, inovadora e tecnologicamente atual.

Bom trabalho a todos!

Cristina Marques Martins disse...

A quantidade e até a qualidade dos Recursos Educativos Abertos disponíveis existente é extraordinária. Obrigado por esta excelente oportunidade que nos estão a dar. Apesar da minha pouca disponibilidade tem sido apaixonante descobrir as plataformas. Posso vos dizer que o prezi passou a ser um recurso imprescindível na minha atividade. O trabalho que fiz no âmbito deste módulo tem pouco conteúdo porque decorre do Desenho da sessão preparado para o Módulo anterior.

Continuação de bom trabalho!

Lurdes Martins disse...

Boa noite

Não consigo ver se o nosso comentário foi ou não publicado.

Aqui vai novamente os endereços das nossas atividades:

http://www.slideshare.net/lurdesdm/apresentao-lurdes4-35342055


http://www.slideshare.net/lurdesdm/apresentao-sonia4

Obrigada

Solange Oliveira disse...

Considero que os Recursos Educativos Abertos são ferramentas muito úteis na aprendizagem dos alunos, especialmente, de conceitos demasiados abstratos, muito difíceis de serem “imaginados” e transpostos para a realidade.
Da minha pouca prática utilizei simuladores livres que insidiam muito em conceitos abstratos da física e química. É sempre mais fácil os alunos conseguirem entender o mundo que os rodeia, quando visualizam o seu funcionamento e em paralelo, percebam o que está por trás desse mesmo funcionamento, e que não o podem ver.
De facto, estes recursos por serem interativos, e por saírem do padrão normal de aula, motivam e cativam os alunos a aprender. Acredito que “brincar é uma forma didática de aprender”

Um abraço para todos 

Margarida Moura disse...



Quando se trabalha com crianças/jovens com multideficiência e sem comunicação verbal, como é o meu caso, a utilização de software livre é uma ferramenta indispensável, pois alia a facilidade de utilização pelo adulto, professores e pais,e envolve estes últimos nas atividades, que são trabalhadas em diferentes contextos, por ex. sala e casa, e ainda permite adaptação ao conteúdo pretendido. Neste sentido utilizo o Picto-selector, o araword, araboard, o Tico, o book buider,…. E ainda o JCLIc para a construção de puzzles e o activinspire este com a vantagem de se poder utilizar nos quadros interactivos. E não podemos esquecer de programas com o Powerpoint ,com as suas potencialidades, e o Paint.
Sendo as TIc uma ferramenta essencial a sua utilização quase obrigatória, a utilização de software livre, com todas as vantagens que apresenta, são uma boa opção para se utilizar no nosso dia a dia.

Maria Carvalho disse...

Atualmente dispomos de um conjunto de recursos na área das TIC que eram impensáveis há muito pouco tempo atrás.
A inovação no campo das novas tecnologias é constante, de tal forma, que cada um de nós não consegue explorar adequadamente na totalidade este campo.
A forma como facilitaram a nossa vida no dia a dia proporcionando acesso imediato a excelentes recursos educativos para aplicar nas mais diversas atividades é fundamental para estabelecer a comunicação com gerações que nasceram na era digital.
A informação acessível e disponível constitui um mundo por descobrir.
Na minha prática pessoal e profissional tenho utilizado alguns quer em apresentações de trabalhos e no desenvolvimento do trabalho com os alunos. Facilitaram o meu trabalho e permitiram a exploração das suas potencialidades.
Vivendo numa sociedade global a partilha e a utilização responsável dos recursos educativos abertos e acessíveis é uma forma de interagir e comunicar com os outros criando uma sintonia na comunicação na sociedade atual.
Considero a participação nesta experiência prova disso!

Link do trabalho realizado para o módulo IV http://compartilharosolhares.blogspot.be/


Isabel Vilaça disse...

No âmbito da minha experiência profissional, tenho recorrido de forma bastante frequente a recursos educativos abertos online que permitem tornar o apoio que desenvolvo com os alunos com NEE mais acessível, atrativo e motivador.
Tem sido o caso do Araword, que tem tido um impacto muito positivo junto de crianças com dificuldades na aquisição da leitura e da escrita.
Ao longo desta formação, tenho também conhecido ferramentas de software livre com muito potencial e que nos permitem preparar e aplicar atividades tendo em conta as especificidades e a acessibilidade de todos os alunos.
O “senão” da utilização destes recursos educativos online reside apenas, na minha opinião, na falta de recursos básicos existente na escola onde leciono, onde a internet fixa falha regularmente e não existe ligação de internet wireless nas salas de aula onde trabalho, o que me obriga a um esforço maior em preparar todo o género de atividades com recursos próprios em casa. O Araword, por exemplo, é um programa ao qual se podem adicionar pictogramas a qualquer momento, quando os mesmos não surgem após a escrita de uma determinada palavra (como me acontece frequentemente quando a atividade é desenvolvida no computador do aluno), porém, só o posso fazer posteriormente, criando, por vezes, algum desalento dos alunos, sempre expectantes do que irá surgir quando escrevem através deste. software.

Patrícia Bermonte Melo disse...

Que utilização tem feito de recursos educativos abertos, software livre, cursos online abertos? Refira em que circunstâncias os utilizou e para que fim. Como encara o seu potencial?
Apenas tomei contacto mais direto (e não apenas o “já ouvi falar”) com a questão dos Recursos Educativos Abertos (REA) neste curso e mais concretamente com este IV Módulo. Desconhecia a existência das Licenças e o significado das mesmas. Achei que os REA são um mundo a explorar pois existem inúmeras possibilidades de aplicação na nossa prática educativa.
Gostei muito de explorar:
http://cooltoolsforschools.wikispaces.com/Video+Tools e http://www.rcaap.pt/.
Sugiro ainda este site http://www.freetech4teachers.com que está virado para os professores americanos, mas é muito interessante. Adorei experimentar a construção de alguns materiais e saber que doravante tenho múltiplas ferramentas para utilizar, o seu potencial é enorme.

Cantinho da CRIS disse...

Que utilização tem feito de recursos educativos abertos, software livre, cursos online abertos? Refira em que circunstâncias os utilizou e para que fim. Como encara o seu potencial?

Os recursos educativos abertos são materiais de ensino que estão disponibilizados na internet, sendo uma mais valia, uma boa oportunidade quer para docentes quer para alunos, pois em qualquer hora ou momento poderão visualizá-los, retirar ideias, utilizá-los adaptando-os à sua realidade.
Na minha atividade profissional, como trabalho com alunos com necessidades educativas especiais, e como cada aluno é um caso, tenho tido necessidade de elaborar atividades educativas recorrendo a algumas ferramentas, tais como: Hot Potatoes, PowerPoint, Software Tico, Software Educativo Ardora, MovieMaker…e pela primeira vez elaborei um livro interativo multimédia no LIM. Reconheço o enorme potencial destes recursos na medida em que o docente pode adaptar as atividades aos seus alunos, pode apresentar conteúdos e exercícios de uma forma diversificada e mais atrativa.
Alguns destes recursos disponibilizei-os na plataforma Moodle dos Agrupamentos onde tenho lecionado, de forma a partilhá-los com colegas e alunos. Também, costumo recorrer a sites educativos ou blogs com o objetivo de procurar, visualizar e fazer downloads de recursos que necessite.
O curso Mooc Inclusão e Acesso às tecnologias foi o meu primeiro curso online aberto. Já tinha tido a experiência do Mestrado que fiz, em formato B-learning, onde utilizámos a plataforma Moodle que considero um recurso rico pela partilha e colaboração, onde se criam verdadeiras comunidades de aprendizagem online.

Cumprimentos
Cristina Matos

Patrícia Bermonte Melo disse...

O meu comentário ao trabalho de um colega:


Após visualizar vários trabalhos de colegas, escolhi este que gostei bastante http://www.powtoon.com/p/dQSnKsXlFYw/
É um vídeo criado no Powtoon, pela Cristina Neto, que não conheço pessoalmente, mas apenas pelo seu Blog no âmbito deste curso: http://crisneto-eportefolio-moocinctec14.blogspot.pt/p/modulo-4.html que gostei muito de explorar, até pela sua acessibilidade, número de recursos e ferramentas livres disponibilizadas.


O vídeo apresentado pela Crisneto no âmbito deste 4º módulo explica o que são os Recursos Educativos Abertos e as Licenças Creative Commons relativamente à sua acessibilidade. Está relativamente acessível, uma vez que alia a imagem à locução e às legendas. É um bom recurso para transmitir esta temática a outros colegas da minha escola. Se a Cristina quiser tentar melhorar, desafio-a a colocar legendas em Português. Bom trabalho.

micaela pereira disse...

Do meu ponto de vista pessoal, ser professor implica assumir um compromisso constante pela procura de conhecimento. Por consequência, este compromisso reveste-se como um contínuo dever e obrigatoriedade. Importa desenvolver um olhar atento através da experiência adquirida e mergulhar na multiplicidade que nos envolve, pelo que o potencial consagrado na generalidade que nos oferece a tecnologia, a Internet e os recursos educativos abertos e acessíveis, tornou-se uma presença inevitável e indissociável do quotidiano.
Seja a nível pessoal, seja a nível profissional, recorro inevitavelmente a toda esta oferta disponibilizada pela atual Era Tecnológica, que a todos arrasta e obriga necessariamente a mudanças práticas e conceptuais, compatíveis com a cibercultura instalada.
Toda a grandeza global que representa atingiu-nos com a sua força e potencialidade, pelo que é inquestionável a idoneidade da sua utilidade.
Apesar das vulnerabilidades e dos riscos inerentes, as mais-valias são sem dúvida irrefutáveis, pois tornamo-nos cidadãos de um mundo global.
Quanto a participar num MOOC, trata-se de uma estreia. Devo confessar que fiquei e continuo surpreendida com a forma como foi potencializada a socialização de saberes. Espontaneamente, num universo de grande heterogeneidade e valorizando a nossa singularidade, foi garantida a aprendizagem, sem a pretensão de igualar a todos, o que tornou possível um projeto comum, numa lógica reflexiva e interativa entre participantes de múltiplos contextos.
Nesta experiência, arrastei comigo os meus alunos e, juntos, explorámos novos recursos e ferramentas que a todos vieram enriquecer, diversificando e melhorando as situações de aprendizagem.
O nosso obrigado a todos pela oportunidade proporcionada!

Andreia Branco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Andreia Branco disse...

Ao longo do meu percurso como estudante e agora como docente sempre recorri aos Recursos Educativos Abertos. São constituídos por ótimas ferramentas que se tornam uma mais-valia no meu dia-a-dia e facilitam imenso as minhas aulas, permitindo-me que as adapte e obtenha o melhor partido delas.

Neste momento todos temos acesso às novas tecnologias, por isso, peço muitas vezes aos alunos que pesquisem matéria e que a apresentem, pedindo-lhes sempre que se utilizam material de outros não se esqueçam dos direitos de autor. Estes recursos tornam as aulas dinâmicas, as aprendizagens motivadoras, contextualizam matérias, ajudam-me a abordar conteúdos difíceis, as atividades diferentes das utilizadas normalmente e facilitam-me a apresentação de novas matérias, não sendo necessário que seja tão monótono.

Eu sou uma pessoa que procuro muito na net material, principalmente materiais que eu possa modificar e adaptar, por isso, acho muito bom que haja Recursos Educativos Abertos com diversas temáticas.

Beatriz Mota disse...

Relativamente à questão em discussão: Que utilização tem feito de recursos educativos abertos, software livre, cursos online abertos? Refira em que circunstâncias os utilizou e para que fim. Como encara o seu potencial?

Neste campo estou praticamente a começar a dar os primeiros passos nesta ação de formação. Não tive até ao momento a oportunidade de utilizar este tipo de recursos educativos mas a partir de agora penso fazê-lo. Consegui ver o quão uteis podem ser e pelo facto de serem tão atrativos e intuitivos a sua utilização é acessivel a todos.
A construção do livro que fizemos neste modulo veio tambem corrubar esta minha opinião, pois considero uma mais valia o facto de podermos construir livros de acordo com os temas que queremos trabalhar e tambem porque os podemos ajustar de acordo com as problemáticas das crianças /adolescentes a quem se destinam.


O trabaho do grupo de bragança para este módulo foi realizado no storybird e os moderadores ainda não deram aprovação; espero que através deste endereço seja posivel aceder ao livro digital.
http://storybird.com/books/ja-chegou-o-outono/?utm_source=storybird&utm_medium=email&utm_campaign=share-book

Beatriz Mota disse...

A importância da acessibilidade na Web

Em minha opinião as acessibilidades são um grande mais-valia para as pessoas portadoras de deficiência, seja ela qual for. Nos dias de hoje podemos dizer que existem soluções praticamente para ajudar todas as pessoas independentemente dos seus problemas, desde físicos, visuais, auditivos e cognitivos.
As técnicas e orientações de Acessibilidade Web não foram inventadas para tornar a vida mais difícil para os utilizadores web. Elas foram inventadas para tornar a vida mais fácil para as pessoas com deficiências. Em todo o mundo, as pessoas com deficiência querem e precisam de acesso aos vários tipos de recursos oferecidos na Web. Muitos bens e serviços, antes disponíveis somente no meio físico, em escritórios e lojas feitas de cimento e tijolos, onde era necessário ir pessoalmente estão agora disponíveis on-line, a partir do conforto do lar de uma família. Nada poderia ser mais perfeito em termos de tornar o mundo mais acessível às pessoas com deficiência.
A Web não é uma barreira para as pessoas com deficiência, é uma solução. A web tem o potencial para revolucionar o dia-a-dia de milhões de pessoas com deficiência, aumentando a sua capacidade de acesso à informação independente, comunicação, entretenimento, comércio e outros aspetos da vida que a maioria das pessoas sem deficiência toma por garantido. No entanto, para a Web alcançar o seu pleno potencial para as pessoas com deficiência, os utilizadores web devem empenhar-se sempre em projetar com Acessibilidade em Mente. E não fazer um projeto revolucionário que possa ser transformando em mais um obstáculo na vida das pessoas com deficiência em vez de uma solução.
A razão pela qual Acessibilidade da Web foi inventada prendesse com o facto de oferecer independência e liberdade a todos. Esta é a perspetiva que se deve ter em mente ao desenvolver web sites. Afinal, as pessoas com deficiência são pessoas. Eles só querem tirar o máximo partido da vida. Uma Internet acessível não é uma bala mágica ou uma receita capaz de resolver todos os obstáculos enfrentados pelas pessoas com deficiência, mas é pelo menos um passo na direção certa.

Carlota Dias disse...

Os recursos abertos são de grande utilidade. Por exemplo no decurso dos três últimos anos utilizei para efeitos de pesquisa o repositorium da Universidade do Minho e onde atulamente a minha tese de doutoramento também se encontra disponível(http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/28627. No Brasil existe um repositório de tese da USP organizado por temas o que me proporcionou um vasto leque de informação (http://www.teses.usp.br/.
Bom trabalho!

Beatriz Mota disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lurdes Martins disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lurdes Martins disse...

Boa tarde
Relativamente às questões apresentadas para discussão neste 4º Módulo:
Que utilização tem feito de recursos educativos abertos, software livre, cursos online abertos?
Refira em que circunstâncias os utilizou e para que fim.
Como encara o seu potencial?
cabe-me dizer o seguinte:
Já frequentei cursos on line abertos e a experiência, inicialmente assustadora, passou depois para muito positiva ao longo do decurso do curso. Para mim, cuja distância dos grandes centros onde existe todo o tipo de informação é longa, os cursos on line possibilitam que eu tenha acesso a informação que de outra forma não teria. Permitem, também, colmatar lacunas que existem na nossa profissão de educadores/professores fazendo com que nos vamos conseguindo atualizar e desenvolver atividades estimulantes e mais criativas com os nossos alunos. Com estes cursos tive acesso a informação que por mais que pesquisasse não conseguia obter. Esta formação que estou a frequentar fez-me obter ferramentas e conhecer recursos, alguns dos quais, eram desconhecidos para mim.
Já usei o Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) (www.rcaap.pt) que me tem sido muito útil para a pesquisa de informação científica.
Relativamente ao material que uso com os meus alunos socorro-me muitas vezes de software livre existente e para fazer a adaptação de muitas atividades recorro frequentemente a muitos sites, nomeadamente o do Portal Aragonês de Comunicação Aumentativa e Alternativa, o portal das escolas usando os recursos educativos existentes, entre muitos outros. Uso estes recursos nas antecipações e consolidações que faço com os alunos com NEE com quem trabalho.
A quantidade de recursos educativos abertos existentes é extraordinária e com esta formação tive ainda acesso a muitos mais o que para mim tem sido desafiante descobrir novas ferramentas tecnológicas.
Muito obrigada pelo acesso a toda esta informação.

Beatriz Mota disse...

Boa tarde para finalizar as atividades deste modulo vou comentar o tabalho da Paula Sousa (http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf) acerca da discalculia. Achei o tema pertinente e a forma como é apresentado é esclarecedora. A abordagem cronologica acerca da discalculia ao longo do crescimento foi bem conseguida. As imagens estão em sintonia com so testos e o livro vê-se de forma leve e aprazível. Obrigado á colega.

Lurdes Martins disse...

Olá boa tarde
Estivemos, eu e a minha colega Sónia, a ver os trabalhos que foram publicados e a nossa opinião é que se tratam de trabalhos interessantes e muito bem elaborados.
Achamos todos muito aliciantes mas salientamos o trabalho da colega Anabela Campos (Storybird A Intervenção Assistida por Animais)
https://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue


Nas terapias assistidas por animais, a presença do cão é benéfica. A presença do animal favorece a interação entre a criança e o terapeuta. Este coordena as interações entre a criança e o cão, ensinando ativamente a criança a comunicar com o cão. A criança vai desenvolvendo as competências sociais e cognitivas que se encontram em deficit, sem frustrações.
Estudos realizados demonstram que a terapia com animais é um relevante contributo para a tranquilidade, o conforto, prazer, serenidade da pessoa que dela usufrui assim como também para o seu bem estar físico. O toque e o contato físico tantas vezes descurado com a nossa vida stressante assume nestas terapias uma garantia de bem estar emocional, pois aumenta a auto estima e cria sentimentos de confiança, segurança no meio e com os outros.
Parabéns pelo trabalho e pelo incentivo à prática deste tipo de terapias.

Elsa Videira disse...

Olá a todos…
De acordo com a Unesco, os recursos educativos abertos constituem materiais que estão disponíveis gratuitamente para uso da aprendizagem e tecnologia de recursos educacionais para consulta, utilização e adaptação por pessoas.
Esta forma de partilha de recursos por alguém é muito interessante; por um lado ajuda os alunos na aprendizagem e, são ferramentas essenciais para os professores, aumentando o saber de todos. Por outro lado, constitui um desenvolvimento tecnológico fascinante e, potencialmente uma ferramenta educativa muito importante para a educação numa sociedade inclusiva preocupada com a educação para todos.
Os recursos educativos abertos são facilitadores do conhecimento e aceleram a diluição das fronteiras entre a aprendizagem formal e a informal; são meios acessíveis aos docentes para proporcionar experiências novas aos alunos.
No meu contexto profissional, como docente, tenho recorrido à plataforma Moodle, ao Youtube, ao Slideshare, ao Slideboom, ao Issuu e outros recursos educativos como suporte para trabalho colaborativo entre alunos.
Como formanda, foi a primeira vez que participei num MOOC e considero uma experiência muito enriquecedora, facilitadora de saberes e muito cooperativa, no sentido que um grande número de participantes envolvidos e todos os materiais que nos foram facultando durante os módulos foram muito gratificantes e impulsionadores de novas descobertas sobre a educação. Abrindo novos horizontes para a educação.
São recursos que só poderão ser úteis se forem devidamente contextualizados e adaptados à realidade de cada aluno, de cada região e de cada país. E isso depende da nossa capacidade de pensar e de agir.
É preciso abrir os sistemas de ensino a novas ideias.

Anabela Triguinho disse...

Em resposta a questão da discussão:
O potencial dos recursos publicados em formato livre e acessível é, evidentemente, enorme. Enquanto Professora e/ou Formadora quase diariamente recorro às publicações na Internet para obter materiais, software ou apenas ideias para construir materiais.
Mas MOOC é um grande exemplo de como é possível formar várias pessoas ao mesmo tempo em diferentes partes do mundo.
Numa época cada vez mais digital, estes recursos de acesso livre são preciosos no interior de uma sala de aulas cuja diversidade de alunos é cada vez maior.
Como formadora de docentes, esses espaços virtuais têm servido também como repositórios, partilhando os conhecimentos adquiridos e causando satisfação pela relativa facilidade com que estão acessíveis.

Como formanda e participante em alguns MOOC verifiquei como o número potencial de utilizadores, sendo enorme, permite contribuir para o acervo global de recursos tornando as experiências nestes ambientes uma mais-valia.
Por outro lado, o crescimento exponencial da licença Creative Commons (licença aberta para o espaço na Internet que permite que se possa partilhar e reutilizar materiais licenciados sem medo de se ser processado) sendo a licença mais conhecida para conteúdos, tem representado um avanço na implementação e incentivo à disponibilização grátis de materiais de aprendizagem.
Esta estratégia de utilizar os REAs veio revolucionar os papéis dos diversos personagens dentro de uma sala de aula. A responsabilidade de disponibilizar os recursos já não é só do professor mas partilhada colaborativamente com os alunos.
Os alunos já não se limitam a serem recetores e interpretadores dos conteúdos dos recursos, mas são produtores e a sua colaboração ultrapassa as barreiras da sala de aula.

Maria Gabriela Brito disse...

Os Recursos Educativos Abertos Acessíveis,são uma ferramenta de trabalho indispensáveis no nosso dia a dia.Com esta formação estou a conhecer a explorar e adaptar estes recursos que têm um potencial enorme e serão uma mais valia para concretizar e facilitar as aprendizagens,adaptando ás necessidades especificas de cada aluno.

Marília Pereira disse...

Atualmente, as tecnologias digitais permitem uma maior diversificação das estratégias e por outro lado, tornam os recursos educativos acessíveis ao possibilitar a sua apresentação em diferentes formatos, adequando-se assim, às caraterísticas e interesses dos alunos.
Os recursos educativos abertos, como recursos de aprendizagem ou para apoio à aprendizagem em formato digital, permitem o acesso livre e a partilha de um leque variado de trabalhos de pesquisa, materiais, livros, recursos online… que facilitam o trabalho de professores e estudantes.
Tornam-se um mundo a explorar por todos, permitindo igualmente a construção de novos recursos através da utilização de ferramentas livres.
A nível pessoal e enquanto professora, considero-me uma curiosa relativamente a este tipo de recursos, e procuro sempre que possível usá-los com os meus alunos. No entanto, ao realizar este curso, apercebi-me que há ainda muito para explorar.

Carlota Dias disse...

Em Portugal existe o RCAAP.
O Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) (www.rcaap.pt)o que facilita imenso o trabalho de pesquisa de um investigador...

micaela pereira disse...

Selecionar e comentar um dos trabalhos realizados não é tarefa fácil, dado a variedade e a riqueza que este projeto conjunto conseguiu reunir.
Apreciei especialmente o universo das histórias, entre as quais a adaptação da Lenda da Serra da Estrela realizada pelo colega Edgapoe.
Esta representa um desafio entre os desafios que este MOOC proporcionou, confirmando que a leitura e a escrita não são de facto ações lineares aos olhos de todos.
A apresentação é bastante apelativa e surte um efeito muito positivo junto dos alunos, quando lançado o desafio da sua leitura.
Trata-se de um trabalho que facilmente estimula a reflexão a partir de uma atividade prática, levando à descoberta e à aceitação da diferença, numa compreensão da leitura e da escrita que poderá ir mais além e ser efetivada se compreendido o verdeiro conceito de inclusão.

Delfina Carlos disse...

Para comentar no fórum, após visualizar algumas apresentações, selecionei o trabalho realizado por Nuno Correia, com a ferramenta PowToon: “Mudar atitudes e comportamentos”, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=g96ejD_PcWU

Trata-se de um recurso educativo aberto, informativo, dinâmico e pertinente; atribuiu-lhe uma licença creative commons (CC), que permite a reutilização por outros.
Deixo uma sugestão ao Nuno Correia - enriquecer o trabalho com som: música e/ou voz.

Parabéns pelo trabalho!

Delfina Carlos

Paulo Borges disse...

Os recursos educativos abertos são uma janela infindável de recursos que podem e devem ser utilizados para as práticas pedagógicas e para o desenvolvimento do conhecimento, no entanto, deverá ser sempre feito um juízo de valor sobre a qualidade da informação que nos é facultada.

Cumprimentos

paulacris disse...

Boa noite,

Usei o ZooBurst, muito intuitivo, e criei um livro POP-UP.

As finalidades pedagógicas desta ferramenta podem integrar:
- a escrita criativa e seleção de imagens dentro da galeria por palavras-chave ou fazendo o upload;
- escolha de imagens + legendagens: poemas, citações, fragmentos;
- o professor selecionando apenas imagens para as crianças criarem um texto poético, narrativo, ...

É uma forma atrativa para crianças com NEE puderem escreverem de forma muito simples um livro num formato diferente.

Vide aqui o meu: http://www.zooburst.com/zb_books-viewer.php?book=zb01_53355d822f77c

Bom trabalho,
Paula

E-PORTEFÓLIO-SÃOMONTEIRO-MOOC INCTEC-2014 disse...

É de facto evidente nos comentários aqui deixados a importância do Recursos Educativos Abertos e as suas crescentes potencialidades.
Apesar de conhecer e usar alguns recursos digitais, confesso que a minha familiaridade com estes novos desígnios se iniciou de forma total este ano. O MOCC é a minha primeira participação num curso on-line e confesso que tenho aprendido imenso, assuntos que nem fazia ideia da sua importância, um deles são as licenças Creative Commons. Estou rendida às TIC e já não dispenso o uso do computador diariamente, usando os REA nas minhas aulas.

Nádia Afonso disse...

Obrigada pelo trabalho da Lenda da Serra da Estrela. Trata-se de uma prova da nossa capacidade de plasticidade cerebral, de nos adaptarmos às adversidades. Os números e letras utilizados para substituir a escrita convencional partilham pontos de referência visuais pelo que pode ser uma tarefa muito interessante para determinada fase da reeducação da Perturbação da Leitura (quer ao nível da estrutura, quer ao nível da compreensão do conteúdo).

Carlota Dias disse...

Escolhi o Pow Toon para realizar a primeira aula de orientação e mobilidade (realizada no âmbito do Módulo 3). A aula encontra-se disponível no Youtube em:
http://www.youtube.com/watch?v=YBR3myEZ2FQ&rel=0

Obviamente tamb´me está disponível no meu e-portefólio em:
http://carlotadia.wordpress.com/modulo-4/

Boa Semana!

zilda disse...

Esta é a primeira vez que faço um curso exclusivamente online, especificamente no formato Massive Open Online Course (MOOC), sendo a minha primeira experiência no curso - Inclusão e Acesso às Tecnologias 2014.
Este MOOC tem-me incentivado a aprender mais, à hora em que me é possível, podendo explorar aquilo que mais se adequa á minha prática e que mais gosto. É uma experiência enriquecedora e foi muito útil explorar os recursos aqui disponibilizados dado que desconhecia grande parte deles, assim como as licenças Creative Commons, das quais eu não compreendia as implicações.
Na minha prática como professora de Educação Especial tenho utilizado alguns softwares livres como o Portal das Escolas, o Prezi, o Windows Movie Maker, WebQuests, Issuu, Youtube…. recorrendo quase diariamente à Internet para explorar recursos ou apenas ideias para construção de materiais. Os recursos de acesso livre assumem uma importância cada vez maior, tanto nas salas de aula, cuja diversidade de alunos é cada vez maior, como no apoio e motivação para os alunos com (NEE).
Na tarefa proposta para este módulo optei por criar um recurso educativo aberto, relacionado com a unidade de aprendizagem planificada no módulo anterior. Considero que o Storybird é uma ferramenta adequada para desenvolver a comunicação expressiva, a criatividade, e muitas outras áreas a explorar com os alunos com autismo, com dificuldade em expressar sentimentos, podendo cada trabalho ser partilhado e divulgado com o grupo, duma forma apelativa e motivadora, promovendo a interação social.
Para terminar, embora o tempo nesta altura do ano, não permita explorar tudo como gostaria, considero que está a ser uma experiência fascinante, pelo que vou continuar certamente…
Aqui fica o enderenço desta atividade no Blogue
http://zildaprender.blogspot.pt/2014/05/um-passeio.html

Isabel Perdigao disse...

Relativamente às questões em discussão, o MOOC Inctec 2014 é o primeiro Curso Online Aberto e Massivo em que participo. Aderi com muita motivação e interesse por ter a oportunidade de aprender mais e poder explorar novos recursos. Tomei verdadeira consciência/conhecimento dos recursos educativos abertos acessíveis, no módulo de formação online “Recursos Educativos Abertos Acessíveis” que decorreu, nos finais de 2013, integrado no projeto europeu SENnet (2012-2014).
Já anteriormente, durante o curso de pós- graduação em Educação Especial, tinha tido acesso a Recursos Educativos Abertos e ao Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP).
O potencial dos Recursos Educativos Abertos é enorme. A utilização de materiais pedagógicos digitais livres fornece ao professor a possibilidade de adaptação desses objetos aos mais diversos contextos de aprendizagem conforme os níveis, estilos e necessidades específicas dos alunos.
Quanto às licenças Creative Commons, até então, desconhecia por completo estas licenças e o seu significado.

Teresa Xavier disse...

Olá a todos,


Para comentar escolhi o trabalho do grupo DDJ que se encontra em http://storybird.com/books/um-mundo-so/?token=kkg4epwb6h
Como também usei o storybird fiquei curiosa sobre trabalhos em que utilizaram esta ferramenta...
Penso que foram muito criativos ao utilizarem as imagens disponíveis no site pois tiveram de adaptar a história às imagens.
Na minha opinião esta ferramenta apela mesma à criatividade...

Bom trabalho! Obrigada pela partilha.

Teresa Xavier disse...

Olá a todos,


Para comentar escolhi o trabalho do grupo DDJ que se encontra em http://storybird.com/books/um-mundo-so/?token=kkg4epwb6h
Como também usei o storybird fiquei curiosa sobre trabalhos em que utilizaram esta ferramenta...
Penso que foram muito criativos ao utilizarem as imagens disponíveis no site pois tiveram de adaptar a história às imagens.
Na minha opinião esta ferramenta apela mesma à criatividade...

Bom trabalho! Obrigada pela partilha.

Teresa Xavier disse...

Na minha opinião os recursos educativos abertos são uma mais valia para a educação, quer para professores quer para alunos.
Ganha-se em tempo, porque se pode utilizar algo que precisamos e que foi elaborado por outra pessoa que decidiu partilhar na internet o seu trabalho.
Por outro lado, podemos também elaborar trabalhos e disponibilizá-los de forma livre. É uma partilha de conhecimento e também uma entreajuda.



Janete Monteiro disse...

A Atividade avaliativa está publicada no seguinte endereço: http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92558&page=1

Fiz um livro e publiquei na biblioteca.

Jessica Barros disse...
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Fátima Duarte disse...


Os Recursos Educativos Abertos permitem a partilha do conhecimento, dando a conhecer a investigação em determinada área, ao mesmo tempo que disponibiliza recursos educativos variadíssimos em formato digital, e a custo zero.
Certos de que os recursos educativos abertos trouxeram grandes benefícios ao processo de ensino e de aprendizagem numa perpetiva inclusiva, na medida em que os materiais são disponibilizados de forma livre a aberta para um vasto leque de utilizadores, melhorando desta forma o acesso ao conhecimento e à educação para todos.(UNESCO).

Sónia disse...

Os recursos Educativos Abertos Acessíveis são uma mais-valia para qualquer profissional. Permitem a partilha de saberes, de experiências profissionais e contribuem para uma melhoria da prática.

Jessica Barros disse...

Olá :)

Relativamente à questão levantada,a utilização de vários repositórios abertos foi já necessária para realizar alguns trabalhos académicos na Universidade.
Quanto à utilização no ramo profissional, ainda está para acontecer, sendo o contacto com as mesmas mais real durante a realização dos módulos do curso em questão.
Estas ferramentas são, sem dúvida uma mais valia no processo ensino-aprendizagem e no desenvolvimento de competências.

Janete Monteiro disse...

Foi difícil fazer a seleção de um trabalho, pois todos estavam ótimos.
Portanto, vou comentar o trabalho da Anabellacampus,cujo trabalho é sobre o autismo e é identificado por: "A Intervenção Assistida por Animais - uma outra perspetiva de atuação no autismo".
O trabalho está muito bem estruturada, as ideias são claras e o texto objetivo. As imagens foram bem selecionadas e estão articuladas com o texto.
Excelente trabalho!

Janete Monteiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Clara Barbosa disse...

Bom dia colegas!

Relativamente à questão proposta para discussão, passo a referir.

Em 2010 entrei na Universidade Aberta para fazer uma licenciatura em Educação.
Foi a primeira vez que tirei um curso em elearnig, e desconhecia a grande maioria dos recursos educativos abertos que são utilizados neste tipo de ensino. A verdade é que durante esses 3 anos de licenciatura, aprendi a utilizar uma vasta série de recursos educativos abertos, os quais me permitiram não só aprender a trabalhar com eles, como utiliza-los e aplica-los no seu dia-a-dia.
Enquanto Mãe/educadora, tento passar este meu conhecimento para os meus filhos, porque entendo que este tipo e recursos deveriam ser utilizados nas escolas, logo no 2º ciclo.
Além disso, com este curso do MOOC, tenho vindo a enriquecer ainda mais a minha bagagem sobre este tipo de recursos. São recursos que nos permitem ser autónomos e ao mesmo tempo criativos.
Na minha vida profissional não os utilizo, uma vez que o meu trabalho não se enquadra nesta área e mesmo se o quisesse fazer, não me era permitido, uma vez que só os informáticos podem fazer e utilizar os conhecimentos deste tipo de recursos. Enfim...

Abraço,
Clara Barbosa

Cantinho da CRIS disse...

O tema “Orientação e mobilidade” despertou o meu interesse, daí ter selecionado o trabalho realizado pela colega Carlota Dias. Consultei o seu eportefólio http://carlotadia.wordpress.com/modulo-4/ e visualizei o trabalho no YouTube http://www.youtube.com/watch?v=YBR3myEZ2FQ&rel=0. Considero que transmite informação pertinente, mas sugeria que a colega aumentasse o tempo disponível do vídeo, de forma a conseguir-se fazer uma leitura mais atenta.
Bom trabalho!

Cristina Matos

Cantinho da CRIS disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Graça Dias disse...

Nas minhas aulas de Francês e de Português Língua Não Materna utilizo muito os recursos abertos, software livre, cursos online abertos, como por exemplo, nos links seguintes:
http://www.fle.fr/;http://www.languageguide.org/ para realizar atividades online de apropriação de léxico e de exercícios de aplicação e autocorretivos, designadamente aquando da lecionação ou revisão dos números; das horas. Utilizo o link a seguir:
http://text-to-speech.imtranslator.net/ ( text-to-speech) muito bom para gravação e cada aprendiz ouve ao seu ritmo.
Aquando do sub-tema as rotinas diárias usei este http://prezi.com/grjumodb200x/ma-routine-quotidienne/ (routine quotidienne) o que permitiu aos aprendentes também realizarem uma atividade a partir do modelo referido.
Muitos outros exemplos poderia mencionar porque tento sempre aproveitar os recursos educativos disponíveis.
Concluindo, com os recursos educativos abertos, acessíveis, intuitivos e motivadores para os alunos, e estes podem gerir o seu tempo de trabalho, segundo o seu ritmo de trabalho; por iniciativa própria e com o intuito de poderem escolher o melhor recurso para melhorar o seu processo de ensino-aprendizagem ou para superar as suas dificuldades.
Devo acrescentar que já fiz cursos online, os quais agradam-me bastante porque posso gerir o modo e o tempo de estudo e de trabalho. e sempre que ocorre dúvidas posso ser esclarecida atempadamente. Uma boa semana para todos :-)

Natalina Martins disse...


Boa noite!
Deixo mais uma vez o link da atividade espero que através deste endereço seja posivel aceder à atividade quatro.

https://voicethread.com/share/5791271/
https://voicethread.com/share/5791261/

Beatriz Costa disse...

Ao longo deste curso tenho tido a oportunidade de conhecer os trabalhos realizados pelos colegas e são muitos os que merecem os nossos comentários e reconhecimento. Contudo, selecionei o trabalho do colega José Fernando Rodrigues relativo ao módulo IV – “Como fazer um trabalho escolar”, que podemos aceder no seu E-portfólio em http://fernandorodrigues.weebly.com/moacutedulo-iv.html onde encontramos os diversos recursos que utilizou e no MeoCloud acedemos aos respetivos formatos em https://meocloud.pt/link/7fc87fd6-33dd-4132-b0ef-3fb1bc0d3d1b/MOOC%20trabalho%20M%C3%B3dulo%20IV/:
1. Como fazer um trabalho escolar (áudio)
2. Como fazer um trabalho - v sem imagens rtf.rtf
3. Como fazer um trabalho - v sem imagens txt.txt
4. Como fazer um trabalho - v sem imagens.doc
5. Leia-me.docx
Em primeiro, apraz -me salientar a oportuna sequência do trabalho do Módulo III e a articulação que desenvolveu no Módulo IV. Como refere o José F. Rodrigues, a partir do WebQuest elaborado no Módulo III (construção de um e-Portefólio para a disciplina de História), realizou no Módulo IV um guião de “boas práticas” – Como fazer um trabalho escolar. Em segundo, destaca-se o facto deste seu trabalho ser desenvolvido e disponibilizado em vários formatos, cumprindo, desta forma, as diretrizes da acessibilidade web.
Tenho seguido o E-Portfólio do colega e, desde já, quero agradecer-lhe e felicitá-lo pelos recursos que partilhou, pelos trabalhos que desenvolveu e pelas reflexões que nos disponibilizou durante o curso e em cada um dos módulos.

Isabel Perdigao disse...

Boa noite
Para comentar escolhi o trabalho das colegas, Patrícia Melo e Silvana Almeida, que se encontra em:
https://storybird.com/books/mooc-20014-inteligencias-multiplas-e-estilos-de-ap/?token=u3va26vsuy
O tema abordado “Inteligências Múltiplas” é pertinente; está um trabalho bem conseguido e apelativo, com ilustrações bem selecionadas e em articulação com o texto. A ferramenta escolhida - “Storybird ” - parece-me bastante interessante.

Parabéns pelo trabalho! Obrigada pela partilha.

Beatriz Costa disse...

Trabalho de grupo: na sequência do Plano de Aula apresentado no Módulo III, o meu grupo (Beatriz Costa e Frederico Lima) apresentou a atividade "Aula de Português" no Book Builder em http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92514&page=1
A atividade também se encontra no meu E-Portfólio em http://professorabeatrizcosta.blogspot.pt/p/modulo-4.html

Mário Gomes disse...

Tenho sido utilizador de repositórios científicos de universidades e tenho realizado cursos on line (MOOC), o que muito me tem facilitado o acesso ao conhecimento.
Os Recursos Educativos Abertos são, do meu ponto de vista, a verdadeira democratização e massificação do acesso ao conhecimento.

rl esr disse...

Os repositórios de um modo geral permitem a partilha de conhecimento de uma forma muito eficaz. Recorro com muita frequência a sites desta natureza, para a pesquisa de informação, como aluno de mestrado, e como professor, na preparação de materiais didáticos ou simplesmente para ver como outras pessoas abordaram os diferentes aspetos que me interessam em cada momento.
Recorro com muita frequência a tutoriais no YouTube, ao Prezi, Slidehshare, Issu e outros. Consulto também sites especificos para o ensino, brasileiros e de língua inglesa, alguns dos quais aqui referidos e outros como este http://www.scoop.it/t/learning-about-technology-education.

Eu próprio uso algumas destas plataformas de partilha como o Slideshare. Deste modo, a utilização pessoal destes recursos no Moodle da minha escola é facilitado, bem como a sua rápida renovação e atualização. Esta é mesmo uma das principais vantagens que vejo na sua utilização. Contribuo também para a partilha da informação de modo que outras pessoas a possam utilizar. Conheço mas, de facto, não tenho usado muito a perspetiva de atribuir aos meus documentos as correspondentes licenças Creative Commons, mas admito que tenho de o fazer com mais atenção.

Luciana Gomes Bettencourt disse...

Ainda não conhecia o termo REA e não sabia identificar quais eram ou não os Recursos Abertos, sempre procurei pesquisar tudo que podia em relação ao que temos disponível na internet em termos de qualificação profissional, tudo que pudesse me ajudar, fiz vários cursos, alguns pagos ou não, alguns como o nosso MOOC de excelência em qualidade, outros que achei péssimo, enfim uma procura incansável pelo busca do conhecimento, bem como por recursos que ajudem a tornar nossa aula atrativa e que ofereça meios que atinjam todos os tipos de alunos que temos, com ou sem dificuldades de aprendizado, com ou sem necessidades especiais...mas alunos que contam conosco pra lhe oferecerem meios para um estudo de qualidade. Estou encantada, sitei vários site , me inscrevi em alguns e vou continuar minha análise na procura do que mais me interessa nesse momento. Obrigada por me proporcionar as portas para o conhecimento....

edgapoe disse...

Estivemos todos durante semanas envolvidos em leituras e construção de ferramentas para no final desta frequência continuarmos a aprender e testar
ferramentas. Recursos educativos (abertos) para todas as necessidades e objetivos. Se há algo que aprendi é que devemos todos sair da nossa salinha e trabalhar "nationwide".
Culminar esta nossa ação, reflexão, descoberta e partilha de ideias/comentários com o módulo Recursos Educativos Abertos Acessíveis é, de fato, a melhor maneira de terminar o nosso MOOC. Tivemos a possibilidade de aceder, aprender e experimentar diferentes ferramentas de produção de recursos educativos abertos e vamos daqui com a longa e agradável tarefa de não parar por aqui e continuar a verificar, pesquisar, experimentar e, predominantemente, partilhar os nossos recursos com todos.

edgapoe disse...

Eterno apaixonado das perturbações da escrita e da leitura, fiquei muito contente com o trabalho realizado por PSousa - Discalculia: um caminho ainda a percorrer ... Por um lado, pela demonstração de como uma ferramenta como Storybird pode servir como recurso patra uma manifesto/reflaxão, por outro lado, por a discalculia continuar, de fato, ainda ser o parente mais pobre entre os mais pobres das Dis...
Bom encadeamento de slides, excelente seleção de imagens, agradável e destacada surpresa entre os diferentes tipos de "informação a respeito da discalculia".

Consultem, vale a pena:
http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf

edgapoe disse...

Eterno apaixonado das perturbações da escrita e da leitura, fiquei muito contente com o trabalho realizado por PSousa - Discalculia: um caminho ainda a percorrer ... Por um lado, pela demonstração de como uma ferramenta como Storybird pode servir como recurso patra uma manifesto/reflaxão, por outro lado, por a discalculia continuar, de fato, ainda ser o parente mais pobre entre os mais pobres das Dis...
Bom encadeamento de slides, excelente seleção de imagens, agradável e destacada surpresa entre os diferentes tipos de "informação a respeito da discalculia".

Consultem, vale a pena:
http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf

Sónya disse...

Seleção de um dos trabalhos e respetivo comentário:

Após visualizar uma série de e-portefólios e seguidamente os respetivos trabalhos, quase todos muito criativos e em diferentes ferramentas Web 2.0, decidi enaltecer o site de José Fernando Rodrigues (em José Fernando Rodrigues).
Porquê?
Tem boa apresentação, incluindo as cores, os contrastes, as imagens.
Ao nível da estrutura, o site é muito objetivo, claro e perfeitamente navegável e com bastante informação.
Ao nível de conteúdo, denota-se que foi um formando que se mostrou bastante empenhado, dedicado e conseguiu elaborar trabalhos excelentes em diversificados formatos, mostrando interesse e querendo fazer cada vez melhor. Teceu excelentes comentários, ao qual estou completamente de acordo.
Destaco, o trabalho do módulo 4 -Acessibilidade Web e Tecnologias de Apoio, com o trabalho “Produtos de apoio para a cegueira e baixa visão”, que é bastantes esclarecedor e apresenta uma linha elucidativa sobre os problemas da Cegueira e da Baixa Visão.
Felicito-o José Rodrigues pelo seu empenho, dedicação e “saber-fazer”.







Anabela Triguinho disse...

Relativamente à opinião sobre um dos trabalhos realizados por colegas, gostaria de referir que estão todos excelentes e muito educativos, no entanto gostaria de salientar o trabalho da colega Susan Martins (Book Builder sobre Higiene Pessoal) que construiu um recurso educativo que até pode ser utilizado em contexto de sala de aula. Penso que cumpre plenamente o objetivo pedido para este módulo. Parabéns colega!
Aqui fica o link: (http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92434&page=12).

Parabéns a todos os colegas, pelos excelentes Trabalhos realizados!
Bjs
Anabela Triguinho

Birgita Solange Santos disse...

Os REA são bastante úteis. Alargam o nosso conhecimento. São necessários para a realização de trabalhos científicos devidamente citados, para apresentações, para aulas, para partilha de informação,ou seja uma panóplia de utilizações. Utilizo bastante as nuvens para guardar informação que depois pode essa mesma informação pode ser utilizado e recombinado por outras pessoas.
Relativamente aos MOOC, é o segundo que faço e estou ao mesmo tempo com um terceiro curso online aberto. Adorei a primeira experiência e por isso resolvi participar nestes. Este novo formato traz vantagens como desvantagens. Mas a possibilidade de adquirir novos conhecimentos sem ter que ter uma hora marcada, um lugar a onde se deslocar é fantástico. E depois poderemos realizar as tarefas com calma a com a devida importância que lhes é merecida.

ana dinis disse...

Agradeço ao MOOC INTEC a possibilidade de conhecer os REA

Alexandra disse...

Escolhi o trabalho do colega José Luís Pissarro: http://www.youtube.com/watch?v=rjfnBy_3r1Y
fixado no pinterest: Módulo III - Atividades. Foi uma escolha casual, pois não conheço ninguém. Tentei escolher um trabalho realizado em aplicações que eu não tivesse experimentado. Cheguei a este trabalho sobre as inteligências múltiplas, que veio trazer-me mais conhecimento sobre o tema e também a percepção de como podem ficar trabalhos claros, sempre com música de fundo e bem estruturados. Foi um trabalho que também pela narradora me prendeu do principio ao fim. Para mim mais um bom momento de aprendizagem! Obrigada

tteresasablog disse...

Comentário Módulo 4
Uma das competências do professor e em particular do professor de educação especial é reconhecer e identificar materiais pedagógicos e materiais didáticos facilitadores da aprendizagem como alternativas para se atingir o mesmo objetivo proposto para sala do ensino regular, tendo em conta os limites impostos pela deficiência. Implica conhecer recursos de acessibilidade e dominar ferramentas digitais que permitam superar as barreiras existentes.
A diversidade de recursos educativos abertos em formato livre e acessível são uma oportunidade de acesso ao ensino para todos, sobretudo numa época em que o tempo e o dinheiro são limitados e pouco flexíveis.
A possibilidade de todos podermos criar, publicar e ser utilizado por outros, permite melhorar e aumentar o saber e responder às necessidades específicas de cada aluno, diminuindo as barreiras existentes e proporcionando novas experiências.
Como professora de educação especial vou passar a utilizar novas ferramentas que desconhecia e recorrer mais a espaços virtuais para partilha de conhecimentos e aquisição de novas competências.
O crescimento da licença Creative Commons (licença aberta para o espaço na internet que permite partilhar e reutilizar materiais licenciados) é uma mais valia para o acesso global aos recursos e um avanço na implementação e incentivo à disponibilização grátis de materiais de aprendizagem.

e-portefólio de Dulce Ferreira disse...

Esta é uma questão sobre a qual nunca tinha reflectido.Apesar de já ter usado ou adaptado recursos disponíveis na internet nunca tinha olhado para a questão da legalidade, licenças,...

Lígia Neto disse...

O uso de Recursos Educativos Abertos Acessíveis são de grande utilidade.
Gostaria de referir a - BAES: Biblioteca Aberta do Ensino Superior - Biblioteca com conteúdos acessíveis on-line, que resultou do trabalho em parceria entre nove Instituições de Ensino Superior e visa : produção de informação, acesso à informação e partilha de informação.
Possui um acervo de mais de 3000 títulos em Braille, áudio e texto integral. Sendo uma estrutura em desenvolvimento, na BAES é possível encontrar muita informação, na área das Ciências Sociais e Humanas.
Os estudantes do ensino superior com necessidades educativas especiais podem aceder ao texto integral de colecções específicas que lhes são dirigidas, designadas pelo título genérico de colecções ALFA, autenticando-se, quando para tal são solicitados pelo sistema, com as mesmas credenciais que utilizam para o acesso à rede wireless.

Sonia Soares disse...

Apenas recentemente comecei a estar atenta aos recursos educativos abertos. Já utilizo software livre há bastantes anos e são uma ferramenta igualmente útil, no entanto, comparando com os recursos apresentados neste curso, estes últimos apresentam mais opções e são mais versáteis. Aqui encontramos sem duvida uma panóplia imensa de recursos destinados aos mais variados objetivos.
Também já participei numa formação online, na universidade aberta, onde a gestão pessoal do tempo se afigura como uma das maiores vantagens. A troca de opiniões e comentários é bastante útil e enriquecedora.
Creio que quando as pessoas, no geral, estiverem mais recetivas a este tipo de trabalho/formação aberta, a maioria dos cursos iram-se realizar via online, pois têm imensas vantagens. O futuro dos cursos e formações passa pelo uso de ferramentas variadas e recurso à internet.

Lígia Neto disse...

Comentário ao trabalho de um colega:

Optei por comentar o trabalho da colega Paula Sousa : “Discalculia : um caminho ainda a percorrer…”
Começo por felicitar. Trabalho bem conseguido, uma mais-valia para uma prática inclusiva. Tema que muitos professores não estão familiarizados mas pode ajudar e a desenvolver competências aritméticas.

Lígia Neto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lígia Neto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lígia Neto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Susan Martins disse...

Comentário a trabalhos realizados por colegas do curso: Optei por comentar o trabalho da colega Valentina Cardoso, um book builder intitulado "As profissões".
Pessoalmente acho este trabalho interessante, pois constitui para mim um recurso, ao qual poderei recorrer quando pretender abordar a temática das profissões com os meus alunos de educação especial do 1.º ciclo do ensino básico. Este trabalho/livro fala de algumas profissões de forma bastante apelativa, para além de apresentar três "amiguinhos", os quais ajudam na leitura do livro, ensinando muito sobre as diferentes profissões.
Saliento ainda o trabalho da colega Patrícia Baeta intitulado "Habilidades Não Cognitivas", pois considero um tema bastante interessante que nos faz refletir, para além de ter umas imagens muito apelativas, bonitas e "fofinhas".
Parabéns colegas e obrigada pela partilha.

Mostrando o que faço... disse...

No tópico em que nos foi solicitado o comentário sobre o trabalho de um colega, optei por pronunciar-me sobre o trabalho do colega José Manuel Amaral, em torno do tema "Disgrafia e Disortografia". Escolhi este trabalho por duas razões: em primeiro lugar por se tratar de assuntos sobre os quais debruço a minha prática letiva diária. Em segundo lugar, porque o trabalho produzido pelo colega está, de facto, riquíssimo, não só do ponto de vista gráfico, com uma apresentação bastante atrativa, como também do ponto de vista científico. Trata-se, sem dúvida, de um recurso adequado a alunos, professores e outros intervenientes no processo de avaliação/reeducação da Disortografia e da Disgrafia. Contém informação pertinente, atualizada, clara e de consulta fácil por todos aqueles que se interessem por estas problemáticas. Neste módulo, criei um recurso intitulado "Dislexia-um guia para pais e professores", que pode ser visto como um recurso complementar àquele que o colega José Amaral produziu.
Obrigada, colega,por produzir um recurso tão interessante!

Recurso comentado:
http://prezi.com/vepm7oej1igj/?utm_campaign=share&utm_medium=copy

Susana Cruz

João Pinto disse...

Para fazer o meu comentário selecionei o trabalho do colega José Manuel Amaral com o tema “Disgrafia e Disortografia”.
Trata-se de um recurso realizado no Prezi e partilhado de forma publica em http://prezi.com/vepm7oej1igj/?utm_campaign=share&utm_medium=copy&rc=ex0share
O tema era-me completamente desconhecido e, através deste conteúdo, tomei conhecimento e passei compreende-lo. Portanto, acho que cumpre a sua função.
O autor começa por apresentar o tema, caracteriza-o e aponta-lhe causas. Seguidamente indica o que se deve fazer para ultrapassar o problema e como intervir.
Acho que o trabalho é uma boa contribuição para o entendimento do tema da Disgrafia e Disortografia e nos ajuda a lidar com ele. Pelos menos assim foi para mim.
Quanto aos aspetos a melhorar sugeria que os textos maiores fossem divididos por vários ecrãs, de forma a não termos muito texto junto, o que origina alguns problemas de visibilidade e dificuldade de leitura.
Aconselho também a incorporação de Licenças de utilização, nomeadamente as “Creative Commons” que, acho, é algo de essencial para um recurso educacional aberto.
João Pinto

ana disse...

Relativamente a recursos educativos abertos e a software livre, penso serem uma grande mais valia para o trabalho com crianças com NEE, pois permitem a criação ou adaptação de outros materiais de acordo com as necessidades individuais de cada uma delas. No meu trabalho, deparo-me muitas vezes com esse aspeto e sinto necessidade de (re)criar materiais, de forma a adequar o nível de dificuldade ou os conteúdos, para que se adaptem o melhor possível as características de cada criança.

Quanto aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei, e gostei bastante, pois consegui organizar a análise dos recursos e da informação à minha medida, dando-me possibilidade de avançar nos temas assim que me sentia preparada nos anteriores.

Mosaico - Nadja Pinho disse...

Direciono este comentário ao colega José Fernando.
No Brasil, mais especificamente em Fortaleza, capital do Ceará, as escolas públicas municipais já contam com um sistema que possibilita ao aluno cego a leitura e digitação de textos em um tablet. Desenvolvido nos 3 últimos anos pelo Laboratório de Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento em Automação (LAPADA) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), através da empresa incubada AED Tecnologia, o PORTÁCTIL é uma ferramenta de acessibilidade que visa dar condições de igualdade e autonomia no acesso à informações digitais, tanto no formato braille quanto áudio, e assim possibilitar a um estudante cego, frequentar uma sala de aula convencional, sem prejuízo para a sua educação. O Sistema Portáctil é composto por um tablet, um mouse-braille e uma máscara qwerty. O tablet roda o aplicativo Portáctil de acessibilidade, que permite que a pessoa cega faça a leitura e escrita de documentos e livros, tanto em áudio quanto em braille de textos digitais. A Prefeitura Municipal de Fortaleza adquiriu 136 (cento e trinta e seis) equipamentos PORTÁCTIL para serem distribuídos na Rede Municipal de Educação e assim serem usados em sala de aula como ferramenta de auxílio a educação de pessoas cegas. Para alcançar esse objetivo, a Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza já inicio a formação dos 121 professores do Atendimento Educacional Especializado.

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